Bruno schwambach, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco
Bruno schwambach, secretário de Desenvolvimento Econômico de PernambucoFoto: Arthur Mota // Arquivo Folha

O ano de 2020 para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco será para desenvolver as regiões de desenvolvimento econômico estaduais e para o destrave de obras estruturadoras, como a Transnordestina, além de investimentos no Aeroporto Internacional do Recife.

De acordo com o secretário da Pasta, Bruno Schwambach, a expectativa para o ano é que seja de números positivos, por conta do bom desempenho do Estado em 2019 e destacou a importância de Pernambuco na economia regional. “A gente está muito animado por conta do ano passado, vamos buscar investimentos novos, principalmente implementar o que a gente já captou. A logística de Pernambuco é muito forte, e temos exercido isso cada vez mais, com o Big Bompreço, Amazon, concentrando aqui para atender todo o Nordeste”, disse.

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Para desenvolver as regiões do Estado, o secretário aponta que existe a possibilidade de o investimento de R$ 20 milhões para o programa Força Local, que desenvolvem cooperativas, seja triplicado, dependendo dos projetos. “Temos orçamento previsto de R$ 20 milhões para os quatro anos de programa e este ano pretendemos fazer três chamadas. A gente conseguiu com parcerias pegar o valor que a gente coloca com alguma contrapartida, o que pode chegar a R$ 60 milhões de aporte, mas depende de cada projeto”, contou.

Quanto a grandes equipamentos do Estado, Schwambach destaca a expectativa é de que Pernambuco volte a ter autonomia sobre Suape para auxiliar na economia. “O contrato prevê uma cobra de tarifa, e ambas as partes acham que não vale a pena dessa forma. Vamos buscar uma regra mais clara sobre isso, para quem vai fazer o investimento no Tecon 2, para não ter insegurança do investidor. São processos lentos e burocráticos, e esperamos que aconteça isso, e também ter a autonomia de Suape até a metade do ano”, afirmou.

No que se refere à Transnordestina, obra ferroviária paralisada desde 2016, o secretário estadual espera que uma solução seja encontrada, como a continuidade das obras com outra empresa. “O negócio estava parado, estivemos com ministros para falar sobre o assunto, e a concessionária ficou com o compromisso de colocar os R$ 500 milhões para terminar a obra. Tem a possibilidade de fazer um trecho e outro empreendedor terminar, daria mais uma oportunidade. Existe conversa, interessados em fazer esse trabalho”, destacou.

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