Folha Finanças
Folha FinançasFoto: Arte/Folha de Pernambuco

Aqui nesse espaço você encontra esclarecimentos de especialistas sobre como investir o seu dinheiro. Nesta semana, quem responde é o analista de investimentos e professor do Cedepe Business School, Tiago Monteiro. Mande sua pergunta também também para o e-mail [email protected] ou para o WhatsApp (81) 9479-6141.

Tenho R$ 2,5 mil para começar a investir. Seria melhor começar na bolsa ou juntar mais esse valor? - Maria Carolina.

Maria Carolina, o importante é investir. Aportes de capital rotineiros traz um crescimento maior no médio e longo prazos. Esperar acumular mais dinheiro para começar a investir é, na realidade, um erro. Visto que, além de já ser um valor considerável, baseado na média brasileira, esses R$ 2,5 mil já poderiam estar rendendo e os valores que você usaria para “juntar mais”, já poderiam compor o seu investimento, trazendo mais retorno. Então, invista mas sempre com reponsabilidade e acompanhamento, se você não tiver muita afinidade com investimentos, principalmente em Bolsa de Valores.

Tenho R$ 32 mil para investir na bolsa ou em fundos imobiliários. Qual a melhor opção para um retorno a longo prazo? - João Pedro

João Pedro, essa é a dicotomia que os principais investidores estão tendo para 2020. Temos uma recuperação no setor imobiliário em 2019 e a vacância tende a diminuir nos próximos dois anos, o que podemos presumir que os FIIs estarão em alta. Ao mesmo tempo, temos a bolsa batendo recordes, o risco do país caindo, a Selic muito baixa e as reformas do governo saindo do papel, o que pode trazer o selo de bom pagador ao País nos próximos anos, colocando o Brasil na rota dos investidores. Então pulverize o risco e trabalhe com ambas as opções.

Na bolsa de valores, como se dá o retorno financeiro para o investidor sem a ajuda de uma corretora? - Eliane Paula

Eliane, excelente questionamento. É de conhecimento que não há a necessidade de estarmos atrelados à uma corretora para operarmos na bolsa. A tua rentabilidade e o teu retorno vão estar diretamente relacionados ao intermediário que existe entre você e a operação. Por exemplo, você pode ter conta em banco tradicional, onde a variedade de produtos/serviços pode ser limitada e as taxas podem ser altas, corroendo os seus ganhos. Você também pode ter conta em um banco digital que oferece taxas reduzidas com mais variedade de produtos, que podem se tornar mais atrativo e rentável. A questão é quanto custa o teu intermediário e quanto ele te retornar, não só monetariamente, mas em termos de assistência, mesmo.

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