Eduardo Monteiro: 'Este evento representa conquistas e esperanças para o setor, e busca permanentemente soluções para a continuidade da atividade econômica sustentável, tendo como objetivo a mudança da matriz energética'
Eduardo Monteiro: 'Este evento representa conquistas e esperanças para o setor, e busca permanentemente soluções para a continuidade da atividade econômica sustentável, tendo como objetivo a mudança da matriz energética'Foto: Arthur Mota/Arquivo Folha de Pernambuco

Realizado a cada dois anos, o Fórum Nordeste abordará, em 2019, os desafios e oportunidades nos setores de biocombustíveis e energias limpas. Promovido pelo Grupo EQM, o evento terá em mais um ano o debate visando o futuro do setor de produção sucroenergética.

“Este evento representa conquistas e esperanças para o setor, e busca permanentemente soluções para a continuidade da atividade econômica sustentável, tendo como objetivo a mudança da matriz energética”, afirma o presidente do Grupo EQM, Eduardo Monteiro. “A pauta dos empresários envolvidos na produção de combustíveis exige uma busca incessante pelo combustível limpo, aquele que é derivado de fontes orgânicas e não fóssil”, completa.

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Logo após a abertura, que contará com representantes do setor público e privado, painéis temáticos incluirão especialistas e autoridades dos setores energéticos e de combustíveis, como o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, e o presidente e CEO da Datagro Consultoria, Plínio Nastari.

Um dos principais produtores de etanol no Brasil, Pernambuco possui papel importante na perspectiva nacional da produção de biocombustíveis. A projeção para o estado, inclusive, é de 420 milhões de litros para a safra 2019-2020. Em Pernambuco, das 12,5 milhões de toneladas estimadas da próxima safra, 430 milhões de litros serão destinados à produção de etanol e 800 mil toneladas para a produção de açúcar.

“O Fórum Nordeste consolidou um espaço propositivo na Agenda Nacional do Agronegócio, se constituindo em referência na agenda científica do setor sucroenergético”, afirma o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar-PE), Renato Cunha.

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