Somente entre 2010 e 2016 foram publicados quase 13 mil artigos, mais de 60 softwares desenvolvidos, além de 328 patentes registradas
Somente entre 2010 e 2016 foram publicados quase 13 mil artigos, mais de 60 softwares desenvolvidos, além de 328 patentes registradasFoto: Léo Malafaia/Folha de Pernambuco

Desenvolver a Ciência Tecnologia e Inovação (CT&I) é uma pauta de extrema importância para capacitação e formação de futuros profissionais no mercado de trabalho. Para se ter uma noção, o investimento nesse setor é de 1,2% do PIB do Brasil, sendo 95% deste recurso é concentrando nas Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) públicas. A título de conhecimento, os Estados Unidos investe cerca de 2,7% do seu PIB em CT&I, enquanto que a coreia investe 4%.

Os dados foram apresentados na mesa redonda que aconteceu, nesta quinta-feira (3), na segunda tarde do Festival REC’n’Play no auditório da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco, promovido pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além disto, também foi discutido sobre a importância da parceria entre universidade/empresa para maximizar a interação das universidades com o setor produtivo.

O gestor de parcerias estratégicas da diretoria de inovação da UFPE, Arlindo Teixeira ressalta que a parceria entre empresas e universidades podem trazer um ampla atuação da CT&I à sociedade. “Atuando de forma paralela é estimulado a sustentabilidade, desenvolvimento sócio-econômico além de geração de empregos”, detalha.

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Para se ter uma noção da importância desses institutos, Teixeira apresentou dados que mostram os resultados da comunidade acadêmica. Somente entre 2010 e 2016 foram publicados quase 13 mil artigos, mais de 60 softwares desenvolvidos, além de 328 patentes registradas. “Do lado da empresa é bom porque ela consegue ganhar em conhecimento técnico para inovar produtos, solucionar problemas, além de ter uma equipe melhor qualificada atuando” acrescenta.

De acordo com a assessoria jurídica da UFPE, Rebeca Pernambuco, a CT&I é um tema de extrema relevância pelo impacto que causa na sociedade. “A gente precisa fazer com que que haja desenvolvimento e inovação para nosso país”, destaca.

Para a coordenadora na área de cooperação com empresas do centro de informática da UFPE, Verônica Teichrieb, a chegada do Marco Legal traz uma série de novas oportunidade para trabalhar universidade/empresa em cooperação. “O Marco Legal formaliza uma série de modelos jurídicos às universidades tenham participações nas empresas, além da transferência de tecnologia para geração de novos produtos inovadores no mercado, entre outras coisas”, explica.

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