Uber
UberFoto: Pixabay

A Uber terminou o ano de 2019 com prejuízo líquido de US$ 8,5 bilhões (R$ 36,1 bilhões), dos quais US$ 1,1 bilhão (R$ 4,6 bilhões) foram registrados no último trimestre do ano.

Na comparação com o quarto trimestre de 2018, houve um aumento de 24% no prejuízo da companhia.

Desde seu lançamento, a maior empresa de aplicativo de transporte individual nunca deu lucro a seus acionistas.

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No quarto trimestre, porém, as receitas cresceram 37%, para US$ 4,07 bilhões (R$ 17,2 bilhões). Além disso, a Uber disse ter gasto menos com marketing e descontos a clientes no último trimestre do ano.

Em comunicado, o presidente da empresa, Dara Khosrowshahi, afirmou que o ano passado foi de transformação e que a empresa está comprometida em oferecer retorno aos acionistas. "Nós reconhecemos que a era do crescimento a qualquer custo acabou", afirmou.

A companhia reportou ainda um prejuízo operacional (antes dos descontos de impostos e depreciação) de US$ 615 milhões (R$ 2,6 bilhões), menor que os US$ 817 milhões (R$ 3,4 bilhões) registrados no quarto trimestre de 2018. O resultado também foi melhor que o estimado por analistas ouvidos pela FactSet, que estimavam perdas de US$ 705 milhões (R$ 2,9 bilhões).

O Uber afirmou que espera ter um trimestre de lucro operacional até o fim de 2021. As ações da empresa subiram mais de 4% no after market. No pregão regular, antes da divulgação dos resultados, fecharam abaixo dos US$ 45 (R$ 191 por ação da oferta pública inicial de ações, a US$ 37,09 (R$ 157).

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