Governo anunciará medidas para facilitar acesso ao programa Tesouro Direto

Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas possam adquirir títulos pela internet

Dani Portela (PSOL) em entrevista à Rádio FolhaDani Portela (PSOL) em entrevista à Rádio Folha - Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

O governo vai anunciar, na próxima semana, melhorias no programa Tesouro Direto, para facilitar os investimentos e resgates de títulos públicos.

Segundo o coordenador-geral de Planejamento Estratégico da Dívida Pública do Tesouro Nacional, Luiz Fernando Alves, desde o ano passado o Tesouro Direto vem passando por mudanças para se tornar mais simples e acessível. “Tudo isso tem resultado em bons números do programa”, disse, ao destacar que em outubro o programa ultrapassou a marca de mais de 1 milhão de investidores cadastrados. Alves não adiantou as medidas que serão anunciadas.

Em outubro, 50,5 mil novos investidores se cadastraram no programa. Com isso, o total de investidores chegou a 1,024 milhão.

O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas possam adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro, pela internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só tem de pagar uma taxa à corretora responsável pela custódia dos títulos.

A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente, no caso dos papéis prefixados.

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