Sáb, 13 de Dezembro

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REESTRUTURAÇÃO

Governo transformou 66 mil cargos obsoletos como datilógrafos em 33 mil novas vagas, diz ministério

Reestruturação é feita sem impacto nas contas públicas, já que verba destas vagas obsoletas já está prevista no Orçamento

Segundo o MGI, dos 66 mil cargos, 67,2% já estavam vagosSegundo o MGI, dos 66 mil cargos, 67,2% já estavam vagos - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Ministério da Gestão e Inovação dos Serviços Públicos (MGI) divulgou nesta sexta-feira (19) que transformou 66 mil cargos obsoletos em 35,9 mil novas vagas, mais alinhadas às necessidades atuais.

O dado é resultado do processo de transformação de cargos conduzido pela pasta desde 2023, dando às vagas de carreiras antigas, como datilógrafos, ascensoristas e operadores de telex, novas funções.

Segundo o MGI, dos 66 mil cargos, 67,2%, correspondente a 44.432 cargos, já estavam vagos e não tinham perspectiva de utilização. Outros 21.675 cargos de técnicos em educação, ainda ocupados, serão transformados gradualmente em novas funções à medida que se tornarem vagos pela aposentadoria.

Além de carreiras antigas, também existiam cargos vagos de carreiras que foram terceirizadas na administração federal, como motoristas, copeiros, vigilantes, auxiliares-administrativos, técnico em secretariado e outros.

Essa reestruturação não tem impacto nos cofres públicos. Na prática, a verba destinada a essas vagas já está prevista no Orçamento do Executivo, mas não é efetivamente utilizada.

Entre as 35 mil novas vagas criadas estão carreiras transversais, como as de Analista Técnico de Políticas Sociais, Analista em Tecnologia da Informação, Analista em Infraestrutura e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental.

Também foram criados cargos para cargos de analistas e técnicos em educação, além de vagas para reforçar o corpo técnico da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, que foi transformada em Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD),

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