Idosos devem ficar de olho nos planos de saúde

Outro ponto importante é que o aposentado deve comunicar à empresa empregadora, no prazo de 30 dias, sobre a opção de manter o plano

Ao contrário do partido, Luciano Vasquez esteve ao lado de Raquel Lyra no pleito de CaruaruAo contrário do partido, Luciano Vasquez esteve ao lado de Raquel Lyra no pleito de Caruaru - Foto: Roberto Pereira Jr.

Neste domingo é comemorado o Dia Nacional do Idoso. Entre os desafios encontrados na "melhor idade" está o de cuidar da saúde, com a garantia de um bom atendimento médico. Para isso, é importante que os idosos conheçam os seus direitos nos planos de saúde.

Após a aposentadoria, a manutenção do plano oferecido pela empresa surge como uma alternativa, aponta a empresa Célebre Corretora de Saúde. No entanto, quem se aposenta também tem o direito de manter o benefício, desde que tenha contribuído com parte do custo do plano. “É seu direito seguir com as mesmas condições de cobertura assistencial do período que estava empregado”, comenta o diretor da corretora, Marcelo Alves.

Outro ponto importante é que o aposentado deve comunicar à empresa empregadora, no prazo de 30 dias, sobre a opção de manter o plano de saúde. A partir daí, o ex-funcionário assume o pagamento integral do benefício. E isso vale para todos os dependentes do titular. E mesmo em caso de morte, a família pode continuar com o plano de saúde.

Se o idoso não quiser continuar com o plano e desejar ingressar em outro, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determina que nenhuma operadora pode restringir ou dificultar o acesso do beneficiário em razão da idade, condição de saúde ou deficiência. Além disso, em caso de reajuste, os clientes com 60 anos ou mais que estejam com contrato há mais de 10 anos não podem ser afetados.

Sobre decisão do STF, que negou, na última quinta, recurso de isenção da obrigatoriedade da incidência do ISS pelo Hospital Marechal Cândido Rondon (PR), que oferece plano de saúde próprio, ge­rando, com isso, dúvidas sobre a abrangência em outros Tribunais do País, o diretor executivo da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Antônio Carlos Abbatepaolo, pediu tranquilidade. Segundo ele, não haverá repasse de custos no próximo reajuste das mensalidades, já que as operadoras já pagam o imposto municipal.

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