Interdição de pontos de venda de combustíveis cresce 62% no semestre

Também foram causas de interdição problemas de qualidade do produto (14%), funcionar sem autorização (12%) e ter equipamento em desacordo com as leis (3%), entre outros

Postos de combustíveis remarcam os preçosPostos de combustíveis remarcam os preços - Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

As fiscalizações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) resultaram em 526 autos de interdição de estabelecimentos que trabalham com a venda e distribuição de combustíveis em todo o país.

Segundo dados divulgados nesta quinta--feira (12) pela ANP, as interdições cresceram 62% em relação ao primeiro semestre de 2018 (324). De acordo com a ANP, os principais motivos para as interdições no primeiro semestre deste ano foram abastecer o veículo com menos combustível do que o informado na bomba, a chamada “bomba baixa”, que respondeu por 40% dos casos, e o não atendimento a normas de segurança (27%).

Também foram causas de interdição problemas de qualidade do produto (14%), funcionar sem autorização (12%) e ter equipamento em desacordo com as leis (3%), entre outros. A ANP realizou, no primeiro semestre deste ano, 9.061 ações de fiscalização, que, além das interdições, resultaram em 1.654 autos de infração, 32% a menos do que no primeiro semestre do ano passado (2.439).

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As principais irregularidades encontradas foram o não cumprimnto de notificação da ANP (21%), ter equipamentos em desacordo com a legislação (13%), comercializar ou armazenar produto em desacordo com a especificação (13%) e a chamada “bomba baixa” (12%).

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