"Internet das Coisas" ajuda indústria, varejo e saúde

Companhias nacionais e estrangeiras de tecnologia ofertam produtos IoT

Servidores municipais ocupam a Câmara do Recife nesta quarta-feira (9)Servidores municipais ocupam a Câmara do Recife nesta quarta-feira (9) - Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

 

Até pouco tempo atrás vista como ficção científica, a Internet das Coisas (IoT) já assume funções cotidianas com aplicações na indústria, no varejo e no controle da saúde. Sensores para monitorar condições físicas de pilotos de avião são alguns dos produtos que estão sendo ofertados no Brasil por companhias de tecnologia nacionais e estrangeiras.

Na semana passada, a Oi lançou na Futurecom 2016, em São Paulo, um produto chamado Oi Smart, que é uma plataforma de automação para a criação de “ambientes inteligentes”. Trata-se de um conjunto de equipamentos de segurança como câmeras e alarmes conectados uns aos outros em uma única plataforma, podem ser programados e transmitem informações ao usuário por meio do celular ou do computador.

Segundo pesquisa da Ovum, o mercado potencial de ambientes inteligentes no Brasil é estimado em US$ 400 milhões para otimizar custos em comércios, indústrias e até em residências - é uma das apostas da PromonLogicalis e da AES Ergos. Por meio de sensores instalados em quadros de energia, por exemplo, a iniciativa desta parceria visa monitorar o consumo de cada aparelho conectado à rede elétrica. Os dados permitem estabelecer metas e trocar aparelhos com mau desempenho.

Já no ramo do varejo, a PromonLogicalis apresenta uma etiqueta magnética que, em contato com um leitor óptico instalado acima do produto, oferece informações em um monitor sobre a mercadoria -no caso de roupas, tamanhos disponíveis em estoque, informações técnicas e até itens que possam combinar com aquela peça. Para Lucas Pinz, diretor de tecnologia da PromonLogicalis, a ideia é trazer mais facilidade ao consumidor e tornar a gestão de estoque mais controlada.

A Everis, empresa do grupo japonês NTT, tem conversado com companhias brasileiras para desenvolver aplicações para um produto conhecido no Japão como Hitoe, uma camiseta esportiva equipada com um sensor que mede os batimentos cardíacos, a pulsação, o estresse e a postura do usuário. Um transmissor envia as informações em tempo real a um interlocutor, que pode ser um médico, um familiar ou o empregador.

 

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