Kicks: um carro muito massa

Recepção do SUV da Nissan nas ruas foi impressionante. Também pudera, a versão testada pela reportagem traz o teto flutuante alaranjado, que por si só é um espetáculo a parte

Paulo Câmara vai abrir debate sobre Previdência se estados e municípios ficarem fora do texto da reformaPaulo Câmara vai abrir debate sobre Previdência se estados e municípios ficarem fora do texto da reforma - Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

Em cada parada no sinal de trânsito ou até mesmo em algum estacionamento do Recife, não foram poucas as vezes em que a reportagem foi abordada para dar mais detalhes sobre o carro: preço, disposição, conforto ou até mesmo só para soltar um “que carro massa”.

Por onde passou, o design do Nissan Kicks chamou atenção. Não à toa. O teto flutuante alaranjado, solução que acentua a impressão de visão ampliada do conjunto para-brisa e vidros laterais, foi o grande responsável pela curiosidade nas ruas.

E ele, de fato, não é apenas uma carinha bonita. Durante os sete dias em que a editora esteve de posse deste SUV, uma série de fatores deixou o “relacionamento” bem agradável. Para quem tem filho pequeno, sem dúvidas, o primeiro deles está no quesito espaço interno.

São 2.610 mm de entre-eixos, o que deixam os joelhos mais confortáveis, além de permitir uma ocupação menos apertada para quem anda no banco detrás e precisa dividir o ambiente com uma cadeirinha infantil.

Além disso, os bons espaços de armazenagem contam pontos a mais. A citar o porta-luvas com tampa, bolsos mais profundos nos painéis das portas e porta-bebidas e objetos no console central. Quem tem criança sabe que precisa de porta-malas... O do Kicks tem 432 litros e está entre os melhores da categoria.
Já em relação à disposição, a montadora japonesa apostou no motor flex 1.6 de 16 válvulas. A nova versão do propulsor entrega 114 cavalos de potência máxima a 5.600 rpm e torque máximo de 15,5 kgfm a 4.000 rpm. O câmbio continua no padrão Nissan, com a versão XTRONIC CVT.
Outro grande destaque é a câmera 360º, sistema que a Nissan adota em diversos modelos pelo mundo com o nome de Around View Monitor (AVM). Com o equipamento, o motorista pode enxergar tudo ao redor do veículo.

Ela funciona assim: as imagens são processadas na tela da central multimídia do painel de instrumentos, agrupando-se em uma unidade de imagem. As vistas laterais (abaixo dos retrovisores) mostram a esquerda e a direita, a vista da ré mostrando a parte detrás e a câmera da grade a visão da frente. Esses sinais são convertidos em uma imagem “olho-de-pássaro”, que apresenta o carro como se fosse visto de cima.
Sobre o consumo de combustível, a média ficou em 7,9 km/l, na gasolina. A média divulgada pela montadora é de 8,1 km/l. Com etanol, a Nissan diz que o consumo chega a ser de 9,6 k/l. Na estrada, a média seria de 11,4 km/l e 13,7 km/l, com gasolina e etanol, respectivamente.
Ah, vale lembrar que a versão testada pela Folha de Pernambuco foi a SL, a mais completa da linha, na cor cinza grafite com teto sunset Orange. O preço fica em R$ 93.480.

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