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Economia

Lucro do Banco do Brasil sobe 22,3% no 2º trimestre, para R$ 3,2 bilhões

O valor representa alta de 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior

Fundos de pensão de estatais, como a Previ do Banco do Brasil, poderão se credenciar e gerenciar recursos depositados por trabalhadoresFundos de pensão de estatais, como a Previ do Banco do Brasil, poderão se credenciar e gerenciar recursos depositados por trabalhadores - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O lucro líquido ajustado do Banco do Brasil -que exclui efeitos extraordinários de receitas e custos- no segundo trimestre de 2018 foi de R$ 3,2 bilhões, um crescimento de 7,1% na comparação com o primeiro trimestre, e de 22,3% em relação ao segundo trimestre de 2017. Considerando o primeiro semestre deste ano, o lucro líquido ajustado foi de R$ 6,3 bilhões. O valor divulgado nesta quinta-feira (9) representa alta de 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

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O banco atribuiu o resultado ao aumento das rendas de tarifas, ao controle das despesas administrativas e às menores provisões de crédito. Em queda pelo quarto trimestre consecutivo, a inadimplência atingiu 3,34% no segundo trimestre de 2018. Segundo a instituição, houve crescimento das rendas de tarifas influenciadas principalmente pela linha de conta corrente. Entre os destaques, está o aumento das receitas com pacote de serviços e as tarifas relacionadas à administração de fundos, que representaram aumento de 13,2% nos primeiros seis meses do ano.

Ainda durante o primeiro semestre, o BB vendeu de mais de R$ 5 bilhões em consórcios e atingiu patamar histórico. De acordo com o banco, o volume representa 59% de todo o montante negociado pela modalidade em todo o ano anterior –um crescimento de 27% em relação ao mesmo período de 2017.

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