Ministro do Planejamento prevê um 2018 muito melhor para a economia

Este ano será o primeiro de uma sequência de oito a 12 anos de crescimento

Dyogo Oliveira é o atual ministro do ministério do Planejamento, Orçamento e GestãoDyogo Oliveira é o atual ministro do ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, prevê o ano de 2018 muito melhor para a economia brasileira do que 2017 e 2016. Segundo ele, este ano será o primeiro de uma sequência de oito a 12 anos de crescimento.

"Em 2017, a gente começou a sair do fundo do poço, e 2018 é o ano da retomada do crescimento, o que já está em grande medida contratado. Mas o nó desse processo é a questão das contas públicas", disse.

Na visão do ministro, o resultado do déficit do ano passado veio melhor do que se esperava, mas não é motivo para comemorar. "Não podemos descansar. Não é porque foi R$ 34 bilhões abaixo da meta no ano passado que vamos descansar", disse, alertando que o país terminou o ano com um déficit de 2% do PIB e ainda há previsão de que o resultado seja negativo por mais quatro anos.

Leia também:
Mercado projeta inflação de 3,95% e crescimento do PIB de 2,7%, em 2018
FMI eleva projeção de crescimento global e para o Brasil em 2018 e 2019


"[O déficit] é resultado de alguns eventos muito especiais, e que não dá para contar que acontecerão de novo este ano”. De acordo com o ministro, “de agosto para frente a receita começou a se recuperar e algumas ações que empreendemos deram certo. Os leilões de petróleo deram muito certo, os leilões da Cemig deram muito certo, e tivemos alguma frustração de despesa".

O ministro participou do debate E agora, Brasil?, organizado pelo jornal O Globo.

Veja também

Transmissão da Argentina cai durante cúpula do Mercosul e governo brasileiro vê saída proposital
mercosul

Transmissão da Argentina cai durante cúpula do Mercosul e governo brasileiro vê saída proposital

'BC não proibiu WhatsApp de operar', diz Campos Neto
Whatsapp

'BC não proibiu WhatsApp de operar', diz Campos Neto