Município tenta equilibrar as contas

“Em 2016, a arrecadação do ISS teve queda real de 6,78%. Este ano, esperamos, pelo menos, recuperar a infla­ção”, comentou o gestor, que atribui o baixo desempenho de 2016 à crise econômica

Sede da Prefeitura do Recife (PCR)Sede da Prefeitura do Recife (PCR) - Foto: Reprodução/Google Maps

 

Depois de um ano difícil para as finanças municipais, a Prefeitura do Recife ainda não enxerga um horizonte positivo para as contas públicas. A previsão do secretário de Finanças, Ricardo Dantas, é que o principal imposto arrecadado, o Imposto Sobre Serviços (ISS) não tenha crescimento real este ano.
“Em 2016, a arrecadação do ISS teve queda real de 6,78%. Este ano, esperamos, pelo menos, recuperar a infla­ção”, comentou o gestor, que atribui o baixo desempenho de 2016 à crise econômica.
Mesmo assim, no ano passado, a prefeitura do Recife registrou um Resultado Primário (diferença entre despesas e receitas) de, aproximadamente, R$ 164,3 milhões, embora a LDO previsse resultado primário de R$ - 552,6 milhões. As contas tive­ram um superavit orçamentário de R$ 164,9 milhões. “A previsão negativa se devia à uma expectativa de um empréstimo com o Banco Mundial (Bird) que não se concretizou”, detalhou Dantas.
O tal empréstimo com o Bird, no valor de US$ 220 milhões, é aguardado há três anos.

Atualmente, a prefeitura tenta renegociar as condições da operação junto ao banco. “Esperamos concluir as negociações desta fase até o primeiro semestre e buscarmos o aval do Governo Federal. A depender da velocidade da autorização, poderemos receber o recurso ainda neste exercício, como um crédito extraordinário”, ponderou Dantas.

 

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