Obra da Refinaria Abreu e Lima com novo atraso

Em nota, a CPRH informou que vai assinar um aditivo ao Termo de Compromisso que definia o cronograma de conclusão do SNOX.

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Após de 10 anos de obras, a contar do lançamento da pedra fundamental, em 16 de dezembro de 2005, a Refinaria Abreu e Lima (Rnest) ainda não foi concluída. E, pior, o cronograma pode ter ser adiado novamente.

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) concedeu, nesta quarta, nova prorrogação para a licitação da Unidade de Abatimento de Emissões Atmosféricas (SNOX). Agora, a Petrobras terá até março do próximo ano para realizar o procedimento, que deveria ter sido concluído desde julho passado.
Em nota, a CPRH informou que vai assinar um aditivo ao Termo de Compromisso que definia o cronograma de conclusão do SNOX. Por ele, a partida da unidade deveria acontecer até outubro do próximo ano, porém, junto com o adiamento da contratação, essa data também deve ser postergada. O problema é que a operação do SNOX é uma amarra à própria operação da Rnest. Sem ela, a primeira etapa do empreendimento tem a sua capacidade de processamento limitada a 100 mil barris por dia (bpd); a capacidade total é 110 mil bpd.
A Petrobras não se posicionou sobre os impactos da decisão. A última informação da companhia previa conclusão do SNOX em 2018. A finalização da segunda fase (Trem 2) ainda tem desfecho incerto. Mês passado, a Petrobras informou que precisará de um sócio para finalizar a construção da linha, que somente deve ficar pronta em 2021.

 

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