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ECONOMIA

País tem recorde de 67,536 milhões de ocupados contribuindo para Previdência, mostra IBGE

Proporção de contribuintes entre os ocupados foi de 65,9% no trimestre até agosto

Agência do INSSAgência do INSS - Foto: José Cruz/Agência Brasil

O Brasil alcançou um recorde de 67,536 milhões de trabalhadores ocupados contribuindo para instituto de previdência no trimestre encerrado em agosto, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A proporção de contribuintes entre os ocupados foi de 65,9% no trimestre até agosto, ante 65,7% no trimestre até maio.

Massa de renda alcançou novo recorde 
A massa de salários em circulação na economia renovou patamar recorde no trimestre encerrado em agosto, totalizando R$ 352,596 bilhões. Os dados também são da Pnad Contínua.

Segundo William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE, os avanços na renda e na massa salarial podem ajudar a explicar a resiliência do mercado de trabalho, uma vez que são fatores que estimulam o ciclo virtuoso da economia, gerando mais consumo e mais emprego.

"Naturalmente, quanto mais dinheiro circulando, mais a economia pode ser estimulada", disse Kratochwill.

O resultado da massa de renda significou um aumento de R$ 17,912 bilhões no período de um ano, alta de 5,4% no trimestre encerrado em agosto de 2025 ante o trimestre terminado em agosto de 2024. Na comparação com o trimestre terminado em maio de 2025, a massa de renda real cresceu 1,4% no trimestre terminado em agosto, R$ 4,922 bilhões a mais.

O rendimento médio de quem está trabalhando se manteve nos maiores patamares da série, aos R$ 3.488.

O rendimento médio dos trabalhadores ocupados teve uma alta real de 0,9% na comparação com o trimestre até maio, R$ 31 a mais. Em relação ao trimestre encerrado em agosto de 2024, a renda média real de todos os trabalhadores ocupados subiu 3,3%, R$ 111 a mais.

A renda nominal, ou seja, antes que seja descontada a inflação no período, cresceu 1,6% no trimestre terminado em agosto ante o trimestre encerrado em maio. Já na comparação com o trimestre terminado em agosto de 2024, houve elevação de 8,7% na renda média nominal.

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