PMA recebe contribuição de 800 milhões de dólares dos Estados Unidos
Num comunicado, a agência com sede em Roma informou que os recursos permitirão "apoiar as suas despesas relativas à ajuda alimentar", em benefício de mais de 38 milhões de pessoas vulneráveis em pelo menos 37 países
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU, duramente afetado pelos cortes de financiamento dos Estados Unidos e da Europa, celebrou nesta quarta-feira (17) uma contribuição de 800 milhões de dólares (4 bilhões de reais) de Washington.
Num comunicado, a agência com sede em Roma informou que os recursos permitirão "apoiar as suas despesas relativas à ajuda alimentar", em benefício de mais de 38 milhões de pessoas vulneráveis em pelo menos 37 países.
A PMA anunciou no início de junho que enfrentaria um grave déficit de financiamento, em um cenário de necessidades humanitárias crescentes. As contribuições caíram para 6 bilhões de dólares em 2025, contra US$ 10 bilhões em 2024.
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A queda brusca de recursos acontece num momento de grandes dificuldades, em particular devido à guerra no Oriente Médio, que complica as operações logísticas e aumenta consideravelmente os custos da ajuda em várias regiões.
“No momento em que as necessidades superam os recursos, este apoio generoso dos Estados Unidos chega no momento oportuno” celebrou Carl Skau, diretor executivo interino da PMA.
O organismo pretende ajudar neste ano 110 milhões de pessoas entre as mais vulneráveis do mundo, um objetivo que exigia um orçamento de 13 bilhões de dólares.

