Setor imobiliário mostra sua força e inovação
A Folha de Pernambuco lança neste final de semana a revista Folha Imóveis, que mostra como o setor se reinventou para avançar em tempos difíceis
O mundo precisou enfrentar muitas mudanças a partir da chegada da pandemia da Covid-19. Empresas de inúmeros setores econômicos precisaram se reinventar e investir em tecnologia. De forma inovadora, o setor imobiliário conseguiu dar continuidade a uma recuperação importante e também avançar no ambiente digital.
Com a necessidade do isolamento social, as pessoas ficaram mais tempo em suas casas e deram um significado diferente para o lar, transformando-o em locais mais aconchegantes, confortáveis e em condições de realizar home office. Esse novo cenário fez crescer a procura por imóveis e a compra de materiais de construção para as reformas nas residências.
Ao analisar esse panorama, a Folha de Pernambuco produziu a revista Folha Imóveis, que está sendo lançada neste final de semana. Os leitores e internautas poderão conhecer a força e a modernização do setor imobiliário, os avanços tecnológicos desse mercado, dicas para decoração das casas, investimentos das empresas em tecnologia e sustentabilidade e muito mais. No portal folhape.com.br e nas redes sociais da Folha de Pernambuco, é possível conferir todo o conteúdo da revista.
“A Folha de Pernambuco tem como um dos seus maiores compromissos a crença nas atividades econômicas de Pernambuco. O setor imobiliário, motor de qualquer economia, dá claros sinais de aquecimento. Temos consciência e responsabilidade social. A nossa origem empresarial nos confere autoridade para discutirmos negócios”, disse o diretor operacional desta Folha de Pernambuco, José Américo Lopes Góis.
O ano de 2020 foi bastante desafiador para o setor. E 2021 continua sendo. No entanto, a queda na taxa de juros, a Selic, que é um componente fortíssimo na compra imobiliária, favoreceu o mercado imobiliário. “Não somente a queda no rendimento da poupança, mas das aplicações em geral, fez com que as famílias aproveitassem o momento de juros mais baixos e de facilidade de financiamento bancário de imóveis, para realizar a compra da casa ou escritório próprio, assim como investidores, que voltaram a ver na compra de um imóvel e no seu aluguel uma excelente e segura opção de renda futura”, explicou o presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), Márcio Gomes.
Nesse aquecimento, muitas famílias procuraram imóveis com espaços maiores ou decidiram por imóveis fora dos grandes centros urbanos, o que aqueceu locais em cidades litorâneas e do interior. “Entre os principais fatores que aqueceram o mercado imobiliário foi a busca por espaços maiores para residência, e também a fuga das cidades, onde se aqueceu bastante o mercado de segunda residência principalmente nas praias e no Interior”, disse o presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), Avelar Loureiro.
Por sua vez, as construtoras também permitiram ainda mais que os consumidores pudessem definir a disposição dos cômodos dos apartamentos. A integração da sala e cozinha foi uma das características optada pelos clientes, já que permite interação entre as pessoas dentro da casa.
Para 2021, apesar dos desafios ainda pela presença da pandemia, há otimismo no setor. “Com certeza terão boas comercializações no mercado imobiliário deste ano. As construtoras, aproveitando o bom momento, estão lançando novos empreendimentos, e o mercado responde positivamente, com aumento nas vendas”, ressaltou Gomes.
Tecnologia
Para facilitar todo o processo de compra e aluguel de imóveis, construtoras, imobiliárias e empresas do ramo estão investindo cada vez mais em plataformas digitais. Hoje, é possível acessar sites e conhecer todo o imóvel através de fotos, vídeos e projetos em 3D, falar com um atendente on-line, realizar o contrato virtualmente e muito mais. As inovações são constantes para clientes e empresas conseguirem um resultado favorável.

