Sindaçúcar/PE

Sindaçúcar/PE completa 80 anos no desenvolvimento da cadeia sucroenergética

A entidade visa impulsionar a economia de Pernambuco gerando emprego, renda e inclusão social

Renato Cunha, presidente da NovaBio e do Sindaçúcar PernambucoRenato Cunha, presidente da NovaBio e do Sindaçúcar Pernambuco - Foto: Léo Caldas

Fundado em 1941, o Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar/PE) está completando 80 anos neste sábado (20). Atuando para o desenvolvimento da cadeia sucroenergética, a entidade visa impulsionar a economia do Estado gerando emprego, renda e inclusão social. 

Gestão consolidada 

No Sindaçúcar/PE, atualmente, 13 empresas são associadas à moagem na safra 2020/2021, incluindo a Usina Cucaú, do grupo Eduardo Queiroz Monteiro (EQM). 

“Só se consegue completar uma trajetória como essa se houver muita transparência e eficiência nas gestões. O Sindaçúcar vem fazendo isso há 80 anos com uma gestão consolidada, que sempre procura renovar e monitorar seus caminhos sempre buscando sustentabilidade, atualização, inovação e aprimoramento de tecnologias. O sindicato representa o elo de comunicação oficial das 13 usinas com a sociedade, o universo e o ecossistema em que as usinas operam”, destacou o presidente do sindicato, Renato Cunha.

O líder comenta que o sindicato é integrante ativo do Fórum Nacional Sucroenergético e da Câmara Setorial do Ministério da Agricultura e oferece uma gama de serviços às suas atuais 13 associadas, além de representá-las, com pesquisas e estudos, defesas jurídicas, participação em convenções trabalhistas, assim como, integram o sistema CNI-Fiepe. 

“Nós temos uma trajetória de muita construção de caminhos e alternativas para que se promova a busca pela longevidade das usinas e do setor sucroenergético em Pernambuco”, pontuou o presidente. 

Importância do setor sucroenergético

Em Pernambuco, o setor tem um importante valor socioeconômico e envolve níveis de empregabilidade. De acordo com o presidente, atualmente, cerca de 90 mil pessoas estão empregadas de forma direta no setor e aproximadamente 270 mil trabalham de forma direta e indireta em mais de 58 municípios pernambucanos. 

O Estado conta com dois terminais de exportação de açúcar, terminais marítimos de etanol, uma estação experimental de melhoramento genético da cana, que opera em parceria das usinas e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

“O setor abastece o mercado interno com alimentos e com a agroenergia que é o caso do etanol. É um setor que incentiva e desenvolve atividades nos municípios e que exporta, utilizando as plataformas de exportação dos portos de Suape e do Recife. É um setor que atende o mercado interno de forma contínua e que tem origem com base na cana de açúcar, que é uma matéria prima que se destina a produção de vários tipos de açúcares, do etanol, da energia e da biomassa”, destacou Renato. 

“Algumas usinas são geradoras de energia oriunda de pequenas centrais hidrelétricas (PCHS), além de contarem com ativos ambientais com preservação de mata Atlântica e matas ciliares nos principais cursos d’água”, afirmou.

Homenagem da Alepe 

Como forma de homenagear as oito décadas de história do Sindaçúcar, a Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) realiza, na próxima terça-feira (23), às 18h, uma sessão solene de autoria do deputado estadual, Eriberto Medeiros, atual presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

“A Alepe se conduz como uma real representante do povo de Pernambuco. É uma casa que se dedica não só a proposição e ao processo legislativo das leis, mas também age fazendo uma interlocução madura dentro da economia de Pernambuco, proporcionando um ambiente que o empresário possa buscar anseios através de leis que retratem uma melhor competitividade para o Estado de Pernambuco”, acrescentou Renato Cunha. 

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