Trabalhadores da PQS de Suape em alerta

Ministério Público do Trabalho foi acionado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Fiação e Tecelagem de Ipojuca

Petroquímica Suape, no complexo portuárioPetroquímica Suape, no complexo portuário - Foto: Divulgação

 

Depois da suspensão da ven­da do Complexo Petroquímico Têxtil de Suape pela 2ª Vara da Justiça Federal de Sergipe, conforme adiantou a Folha de Pernambuco, na última  terça-feira (31), os trabalhadores das duas empresas se mobilizam para tentar manter os postos de trabalho e os benefícios, diante da indefinição sobre o destino do empreendimento. Caso a mexicana Alpek realmente tome o comando do Complexo integrado pela PetroquímicaSuape e pela Companhia Têxtil, os funcionários temem enxugamento de quadros. Por isso, o Ministério Público do Trabalho foi acionado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Fiação e Tecelagem de Ipojuca (Sinditêxtil Ipojuca), que solicitou uma mediação de conversa com a Petrobras.

“Na venda, a empresa não coloca nenhuma garantia do emprego daqueles que fizeram o concurso nem as garantias sociais, como alguns benefícios que a gente tem e que foram incorporados”, reclama o presidente do Sinditêxtil Ipojuca, Rodrigo dos Santos, adiantando que articula manifestação para abrir diálogo com a Petrobras.

Para o representante sindical, a decisão da Justiça foi positiva. “Lembra o quanto essa privatização é ruim”, disse. Por nota, a Petrobras disse que “está tomando as medidas judiciais cabíveis em prol dos seus interesses e dos investidores”. A Alpek não retornou os contatos.

 

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