Grupo JB: Compromisso com a eficiência e sustentabilidade
No Grupo JB, todo o bagaço gerado na moagem da cana é utilizado como combustível nas caldeiras para produção de vapor e eletricidade, reduzindo desperdícios
Referência no segmento agroindustrial pela diversidade de negócios e capacidade produtiva, o Grupo JB tem na energia um ativo estratégico e um dos principais pilares da sua competitividade. Com mais de 60 anos de história, a empresa contribui para o desenvolvimento sustentável de Pernambuco e do Espírito Santo, estados onde mantém operações.
Segundo o diretor do Grupo JB, Daniel Bruno Carneiro Beltrão, mais do que abastecer a operação, a energia influencia diretamente a eficiência dos processos, a redução de custos, a previsibilidade operacional e a sustentabilidade do negócio.
“A empresa é autossuficiente na geração de energia elétrica durante o período de safra, produzindo eletricidade por meio da cogeração a partir do bagaço da cana-de-açúcar, um combustível renovável. Esse modelo garante maior segurança energética, reduz a dependência da rede elétrica convencional e permite direcionar recursos para investimentos em inovação e eficiência operacional”, afirma.
Daniel Bruno Carneiro Beltrão, diretor do Grupo JB Foto: Divulgação
Além de suprir integralmente a demanda energética das unidades industriais, o excedente da eletricidade gerada é comercializado com a concessionária, contribuindo para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e agregando valor ao negócio.
“Essa integração entre eficiência produtiva, sustentabilidade e geração de receita reforça a competitividade do Grupo JB e demonstra como a energia pode ser um diferencial estratégico para a indústria”, acrescenta o diretor.
Eficiência
A eficiência energética faz parte da cultura operacional do Grupo JB e está integrada ao planejamento estratégico da companhia. “Durante a safra, 100% da energia consumida nas operações são provenientes de fontes renováveis, gerada por meio da cogeração utilizando o bagaço da cana-de-açúcar como combustível”, pontua Daniel.
Atualmente, o grupo opera três usinas termelétricas (UTEs), sendo duas em Pernambuco e uma no Espírito Santo, garantindo autossuficiência energética e permitindo a exportação da energia excedente para o mercado.
“Para garantir alta eficiência energética, a empresa investe continuamente na modernização dos equipamentos industriais, no aumento da eficiência das caldeiras de alta pressão e na otimização dos processos produtivos, reduzindo o consumo específico de energia”, menciona o diretor.
Outro diferencial é o aproveitamento integral da biomassa. Todo o bagaço gerado durante a moagem da cana é utilizado como combustível nas caldeiras para produção de vapor e eletricidade, reduzindo desperdícios e fortalecendo o modelo de economia circular adotado pelo grupo.

Daniel destaca que a meta do Grupo JB é reduzir o consumo de energia, demonstrando que eficiência energética é tratada como um compromisso permanente.
Investimentos
De acordo com o gestor, o grupo mantém um programa contínuo de investimentos voltado à modernização industrial e ao aumento da eficiência energética de suas operações.
“Entre as principais iniciativas estão a modernização das centrais de cogeração, investimentos em caldeiras de alta pressão e temperatura, sistemas mais eficientes de geração de vapor e melhorias nos equipamentos industriais, operação através de supervisórios com acompanhamento em tempo real, aumentando o rendimento energético do processo produtivo”, explica.
A empresa também investe em automação industrial, agricultura de precisão, monitoramento dos processos produtivos e prospecção constante de novas tecnologias.
“Esses investimentos refletem uma estratégia de longo prazo que alia inovação, competitividade e sustentabilidade, preparando o Grupo JB para atender às crescentes demandas do mercado por soluções energéticas mais limpas e eficientes.”
Sustentabilidade
A empresa adota um modelo de economia circular voltado ao aproveitamento integral da cana-de-açúcar, reduzindo a geração de resíduos e os impactos ambientais.
“Entre as principais iniciativas destacam-se a produção de energia renovável a partir do bagaço da cana, que contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, e o reaproveitamento dos subprodutos industriais na própria atividade agrícola”, ressalta Daniel.
A vinhaça é reaproveitada como fertilizante natural, substituindo fertilizantes minerais e reduzindo custos, além de minimizar as emissões associadas à produção desses insumos. A torta de filtro, as cinzas das caldeiras e outros resíduos orgânicos também retornam ao campo como condicionadores do solo, promovendo a reciclagem de nutrientes e fortalecendo a fertilidade das áreas cultivadas.
Na área agrícola, o grupo investe em agricultura de precisão, controle biológico de pragas, monitoramento ambiental e racionalização do uso de defensivos, reduzindo impactos sobre o solo, a água e a biodiversidade.
“A gestão de resíduos segue rigorosos critérios ambientais. Materiais recicláveis, sucatas metálicas, embalagens de defensivos, óleos lubrificantes, resíduos industriais e resíduos perigosos recebem destinação ambientalmente adequada por empresas licenciadas, com rastreabilidade de todo o processo”, comenta o diretor.
Além disso, a companhia mantém um Programa de Gestão Ambiental (PGA), responsável pelo monitoramento contínuo dos impactos ambientais, definição de ações preventivas e melhoria permanente dos indicadores ambientais.
“Essa estratégia permite ao Grupo JB unir crescimento econômico, eficiência operacional e responsabilidade ambiental, consolidando sua atuação como uma empresa comprometida com a transição energética e com o desenvolvimento sustentável”, afirma Daniel.
Com atuação diversificada, o Grupo JB reúne a Companhia Alcoolquímica Nacional - Alcoolquímica, a Pirapama Bioenergia e Gás Ltda, a Lasa - Linhares Agroindustrial S/A, a Lastro Gases Industriais Exportação e Importação S/A e a JB Participações e Investimentos Ltda.
“No Grupo JB, acreditamos que eficiência energética e sustentabilidade caminham lado a lado. Transformamos a biomassa da cana-de-açúcar em energia limpa, aproveitamos integralmente nossos recursos por meio da economia circular e investimos continuamente em inovação e tecnologia. Mais do que gerar energia renovável, buscamos construir um modelo de desenvolvimento que una competitividade, responsabilidade ambiental e valor para a sociedade”, conclui o diretor.

