Importcargo do Brasil vai longe: o Nordeste no centro do mapa logístico nacional
Especialista em agenciamento de cargas nacionais e internacionais, a Importcargo do Brasil atua nos modais marítimo, aéreo, rodoviário e cabotagem
O Nordeste ocupa posição de destaque no mapa logístico do Brasil e se consolida como porta de entrada do comércio exterior pela localização estratégica e expansão portuária.
É nesse contexto que a Importcargo do Brasil, especialista em agenciamento de cargas nacionais e internacionais, fortalece sua presença regional ancorada em experiência e credibilidade.
Em atividade no país há 16 anos, a empresa atua com modais diversos: marítimo, aéreo, rodoviário e cabotagem, nos principais portos e aeroportos brasileiros. Além disso, se destaca com estrutura mundial de operação por intermédio de mais de 420 escritórios espalhados nos cinco continentes.
Oriunda de um grupo espanhol, a empresa foi fundada no Brasil pelos diretores Marcelo Weremchuk e Edson Medeiros, em 2009, na cidade de Porto Alegre. Posteriormente, expandiu escritórios para São Paulo, Fortaleza e Recife. Este último, situado no JCPM Trade Center, existe desde 2022.
As instalações no Nordeste são estratégicas e acompanham o crescimento dos Portos de Suape (PE) e de Pecém (CE). É o que explica a General Business Manager da Importcargo do Brasil, Luciana Padilha.
"Temos acompanhado a expansão do Nordeste. Suape e Pecém são portos com grande movimento. Logisticamente e geograficamente, o porto pernambucano tem tudo para ser o hub da região, o porto de entrada de navios da Europa pelo trânsito direto de oito a nove dias", aponta Luciana Padilha.
Com olhar para o horizonte, a empresa observa com otimismo os recentes investimentos no Porto de Suape. "Com o novo terminal da APM Terminals, da Maersk, a tendência é que aumentemos as atividades. Ele será automatizado, com tecnologia, e vai receber navios maiores, não é uma expansão qualquer. Estamos apostando muito nessa nova infraestrutura", ressalta Padilha, que prevê a ampliação do serviço de cabotagem.
A cabotagem, aliás, ocupa papel central na estratégia da Importcargo na região Nordeste. “É o transporte nacional de contêineres. Podemos sair de Suape para outros estados por via marítima”, destaca.
Ir cada vez mais longe, afirma Luciana Padilha, é o que impulsiona a Importcargo do Brasil, que contabilizou expressivo volume de operações em 2025: foram movimentados mais de 5 mil TEUs (unidade de medida de contêineres).
Suape tem tudo para ser o hub da região, o porto de entrada de navios da Europa | Foto: DivulgaçãoSEGMENTOS
A atuação da empresa se estende por diversos setores de todos os mercados. No Nordeste, alguns segmentos se destacam. “Atuamos com o setor de energia, com cargas de pás eólicas, toda essa indústria, além de vidros, baterias e produtos da construção civil”, exemplificou Luciana, destacando a operação de outros produtos, como sapatos, máquinas e insumos do agronegócio na região Sul.
A Importcargo do Brasil opera com o agenciamento de cargas completas e também consolidadas (LCL). Oferece, ainda, o transporte rodoviário como complemento para o serviço de entrega final.
EXCELÊNCIA
Na Importcargo do Brasil, a expertise nos negócios se une à inovação para promover excelência e gerar experiência aos clientes. São cerca de 50 profissionais espalhados nos escritórios do país, além de centenas de parceiros em todo o mundo.
Com equipe altamente qualificada em comércio exterior, a empresa trabalha com sistema informatizado para acompanhar toda a jornada das cargas - o Importcargo Log. A plataforma possibilita integração, eficiência e confiabilidade.
“Tudo é digitalizado, ao mesmo tempo que a empresa preserva o contato direto com o cliente, o face to face, com visitas, com presença, fortalecendo a essência do nosso atendimento, seja com acompanhamento pelo WhatsApp, e-mail ou videoconferência, adaptamos para atender o cliente da forma que ele precisa”, destaca Luciana.
Outro diferencial apontado pela General Business Manager é a flexibilidade para atender as necessidades e individualidades de cada cliente, atuando na personalização de soluções logísticas.
“O escritório do Recife é responsável pelas vendas, pelo comercial. O de Fortaleza é operacional de importação, e o de Porto Alegre, operacional de exportação. Já o de São Paulo é responsável por vendas e desenvolvimento”, explica Luciana, detalhando que essa organização permite maior agilidade e suporte.
Para garantir competitividade, a negociação de tarifas é feita com base em volume e relacionamento. “Através dos contratos que temos com as companhias marítimas, rodoviárias e aéreas, conseguimos oferecer melhores tarifas”, ressalta.
A Importcargo do Brasil tem operação sustentada por pessoas, processos e confiança. Com 30 anos de experiência em comércio exterior, Luciana Padilha destaca que o diferencial está na credibilidade e reforça o posicionamento da empresa no cenário logístico nacional e internacional.
“Somos muito antenados para nos adequar às necessidades dos clientes. O nosso diferencial, a nossa essência, permanece no atendimento personalizado e humano”, enfatiza.
Fundada no Brasil em 2009, em Porto Alegre, a empresa expandiu escritórios para São Paulo, Fortaleza e Recife | Foto: DivulgaçãoCERTIFICAÇÕES
A atuação da empresa é sustentada por rigorosas certificações de órgãos regulamentadores, credenciais nacionais e internacionais que posicionam a Importcargo do Brasil como referência em movimentação de cargas.
Para ofertar as diferentes modalidades de deslocamentos, por exemplo, a empresa é habilitada como Operadora de Transporte Multimodal (OTM), pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Também possui certificação da Associação Internacional de Transporte Aéreo (International Air Transport Association - IATA), que valida agentes de cargas com padrões rigorosos de segurança, finanças e competência operacional no modal, com capacidade e confiabilidade.
Outra importante certificação obtida pela Importcargo do Brasil é a de Operador Econômico Autorizado (OEA), selo de confiança concedido pela Receita Federal a empresas que atuam na cadeia logística internacional seguindo rigorosos padrões de segurança e conformidade aduaneira.
“Foram dois anos para ter essa certificação, é preciso adaptar a empresa. Tem cliente que só trabalha com prestador de serviço com certificado OEA, e não é qualquer empresa que tem. É a credencial de um grande operador econômico. São respaldos que validam a credibilidade da empresa”, ressalta Luciana Padilha.


