Alto número de gols sofridos faz Santa apostar em zaga inédita

Givanildo promove a estreia de Sandro como titular na vaga Bruno Silva e aciona Salles

Sandro Silva foi contratado para a Série B Sandro Silva foi contratado para a Série B  - Foto: Santa Cruz/Rodrigo Baltar

Os 27 gols tomados colocam a zaga do Santa Cruz como a quarta mais vazada do Campeonato Brasileiro da Série B, ao lado das defesas do ABC/RN e do Náutico, lanterna e vice, respectivamente. Com 11 tentos sofridos nos cinco últimos jogos, o técnico Givanildo Oliveira decidiu mudar a dupla de zagueiros para o confronto diante do Guarani/SP. Sandro faz a sua estreia como titular e conta com a parceria de Anderson Salles, que volta à titularidade após ficar no banco na rodada passada.

A pergunta que surge na cabeça do torcedor é: “Bruno Silva, o titular absoluto, perdeu o posto?”. Sim, levando em consideração as indicações que o treinador testou na semana de treinos. Mas tem o outro lado da moeda. Como o zagueiro sentiu dores no tórax depois da partida contra o Criciúma/SC, no dia 8 deste mês, perdeu três treinos e só retornou ao batente na última segunda-feira. A questão física também pode ter influenciado na escolha. Vale lembrar que ele é o segundo jogador do time que mais atuou na atual temporada, com 40 jogos. E só perde para o goleiro Júlio César, que tem um mais.

Na coletiva de imprensa, Givanildo explica que optou acionar Sandro, com quem trabalhou este ano no Ceará, na vaga de Bruno Silva. Segundo ele, Anderson Salles substitui Jaime, dispensado do clube há uma semana. O fato deles nunca terem atuado lado a lado pesa no entrosamento. No entanto, vinham treinando juntos na equipe reserva nos coletivos.

“Bruno e Jaime já eram titulares. Salles já jogou comigo aqui e Sandro foi meu jogador, já conheço. Acho que é o momento dele”, simplificou. Questionado sobre a fragilidade da zaga apresentada nas últimas exibições, ele fez questão de dividir a culpa e disse que a responsabilidade é do conjunto. “Quando (o time) toma muitos gols, se fala da defesa, mas são dois zagueiros e eles não podem marcar cinco (adversários). A falha é de todos. Digo o mesmo quando estamos marcando gols. É o todo”, ponderou.

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