Após mais de 15 anos, Bernardinho deixa seleção de vôlei

Renan Dal Zotto, ex-jogador e integrante da "geração de prata" do voleibol brasileiro, foi anunciado no cargo

A Amupe reuniu nas duas edições do encontro cerca de oitenta participantes, entre vereadores, gestores públicos e sociedade civil para tratar sobre transparência nos legislativos municipaisA Amupe reuniu nas duas edições do encontro cerca de oitenta participantes, entre vereadores, gestores públicos e sociedade civil para tratar sobre transparência nos legislativos municipais - Foto: Ascom

Terminou a era Bernardinho como treinador da seleção brasileira masculina de vôlei.

Nesta quarta-feira (11), a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) informou que o técnico deixa o cargo que ocupou por mais de 15 anos, desde 2001. Renan Dal Zotto, ex-jogador, foi anunciado no cargo.

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À frente do time masculino, Bernardinho foi bicampeão olímpico (Atenas-2004 e Rio-2016) e octacampeão da Liga Mundial, torneios em que o Brasil tornou-se o maior vencedor.

Em Copas do Mundo, realizada a cada quatro anos, Bernardinho disputou quatro edições com a seleção masculina, conquistando dois ouros (2003 e 2007).

No Campeonato Mundial, também de quatro em quatro anos, foi ainda melhor. Em quatro participações, três ouros.

A possibilidade da saída de Bernardinho do cargo começou logo após o término da Rio-2016. O treinador teria dito à CBV que poderia sair para dedicar mais tempo à família.

Em outubro, ainda sem resposta sobre a permanência dele, a CBV disse que não tinha plano B, caso Bernardinho saísse, e o diretor-executivo da entidade, Ricardo Trade, confirmou o desejo de que ele permanecesse, o que não ocorreu.

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