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Jogos Olímpicos

Após mais de 50 anos, Quênia volta a perder 3.000 m com obstáculos olímpico na pista

Vitória do marroquino Soufiane El Bakkali quebrou hegemonia que perdurava desde 1964

Soufiane El Bakkali, atleta marroquinoSoufiane El Bakkali, atleta marroquino - Foto: Aleksandra Szmigiel/Pool/AFP

O marroquino Soufiane El Bakkali venceu os 3.000 m com obstáculos nas Olimpíadas de Tóquio-2020. O fundista quebrou a hegemonia queniana, que venceu as nove últimas finais olímpicas da prova.

O campeão cravou o tempo de 8min08s90. A prata ficou com o etíope Lamecha Girma (8min10s38). O bronze foi para o queniano Benjamin Kigen (8min11s45).

As últimas derrotas do Quênia nos 3.000 m com obstáculos tinham sido em Montreal-1976 e Moscou-1980, quando o país africano boicotou os Jogos Olímpicos.

Na pista, o último revés fora também em Tóquio, só que em 1964, quando o belga Gaston Roelants, hoje com 84 anos, ficou com o ouro.

Nos 5.000 m rasos, a holandesa Tifan Hassan foi a vencedora com uma arrancada espetacular no final. A fundista, que nasceu na Etiópia, fez o tempo de 14min36s79.

A prata ficou com a queniana Helen Obiri (14min38s36), enquanto o bronze foi para a etíope Gudaf Tsegay (14min38s87).

Hassan tenta o ouro também nos 1.500 m e nos 10.000 m, o que seria um feito inédito na história olímpica.

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