Esportes

Apresentado no Santa, Eli lamenta problemas no Náutico e foca em títulos

Volante também explicou sobre a negociação anterior com o futebol do Catar

Volante reforça o setor da marcação da equipe coralVolante reforça o setor da marcação da equipe coral - Foto: Rodrigo Baltar/Santa Cruz

Depois de Júlio César e David, o Santa Cruz foi atrás de outro ex-jogador do Náutico para reforçar o seu elenco visando a temporada 2017. E como nas entrevistas anteriores, foi inevitável não comentar sobre o passado no Timbu. Neste caso, citar algumas polêmicas atreladas ao volante com relação ao atraso de salários. Mesmo evitando citar os motivos que o fizeram deixar o clube em sua última passagem, em 2016, o marcador não escondeu certa insatisfação com os dirigentes da época.

“Não tenho nada contra o Náutico. Melhor perguntar aos diretores. Eles podem confirmar os salários atrasados. Se eles disserem o valor exato (da dívida), vou falar a vocês. Quando ganhava, ninguém se importava com Elicarlos. Quando perdia, falavam que a culpa era minha. Muitos também falaram que eu saí por conta dos salários. Não foi isso. Muita coisa aconteceu. Só eu sei o que passei”, afirmou.

O discurso de Eli ficou mais otimista quando o assunto sai do passado e voltou ao presente. Apresentado oficialmente nesta segunda (16), no Grito da República, em Olinda, o atleta revelou como foi sua negociação do Tricolor, além de citar os principais objetivos da temporada.

“Tive a proposta (do Catar), mas infelizmente não foi da forma correta. O Santa já tinha me procurado e eu decidi voltar. Vou procurar fazer o meu melhor para buscar o título do Pernambucano e da Copa do Nordeste, além do acesso à Série A. Queremos erguer novamente o clube, junto com os torcedores, para transformar isso aqui em uma família”, pontuou.

Não é só a passagem pelo Náutico que liga Eli ao goleiro Júlio César e o meia David. O trio tem o perfil de liderança citado pelo técnico Vinícius Eutrópio como necessário para aumentar o diálogo em campo.

“Todos podem ter isso (liderança). Não adianta ser somente o capitão. É preciso passar confiança, com um liderando o outro em campo para conseguir os objetivos”, frisou.

Relação com Eutrópio

A parceria entre Vinícius Eutrópio e Elicarlos não será inédita. No Santa, a dupla trabalhará junta pela terceira vez na carreira. “No Náutico, eu estava meio esquecido em 2014 por motivos que não tinham relação comigo. Meu comportamento dentro e fora de campo foi visto e ele (Eutrópio) percebeu que não tinha nada a ver sobre o que estava sendo falado sobre mim. Ele me levou para a Chapecoense e fizemos um bom ano. Depois ele me convidou de novo para o Figueirense no ano passado e agora ele me chamou para cá”, argumentou.

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