Brasil empata mais uma e complica ida às Olímpiadas

Seleção repete erros defensivos contra o Uruguai e agora precisa vencer a Argentina no domingo (9) para se classificar

Brasil foi improdutivo no ataque e criou poucas chances contra o UruguaiBrasil foi improdutivo no ataque e criou poucas chances contra o Uruguai - Foto: Divulgação / CBF

Os Jogos Olímpicos de Tóquio se distanciou mais da realidade da seleção brasileira sub-23 na noite desta quinta-feira. Isso porque os três pontos contra o Uruguai seriam fundamentais para as projeções do Brasil no Pré-olímpico e respirar na luta pela classificação, mas o resultado ficou apenas no 1x1. Dessa maneira, a Seleção irá depender de uma combinação de resultados favoráveis e fazer o seu papel no clássico com a Argentina. As projeções estarão mais perceptíveis após a definição de Argentina x Colômbia, que não encerrou até o fechamento desta matéria.

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Criticado pelas falhas recorrentes na competição, o sistema defensivo do era o principal ponto para ser corrigido pelo técnico André Jardine. A Celeste estava ciente da insegurança dos brasileiros e avançou as linhas para pressionar a saída de bola. Em menos de 15 minutos, os uruguaios recuperaram a posse três vezes através da marcação adiantada. Aos 12, Piquerez aproveitou o erro da Seleção e municiou Viñas na entrada da área, mas Ivan foi aos pés do adversário e impediu a finalização.

Além da inconsistência na defesa, os comandados de André Jardine apresentavam pouca criatividade no último terço. Paulinho e Pedrinho procuravam individualizar nos lados, mas sem sucesso. O cenário piorou aos 34 minutos, quando Ugarte arriscou chute fora da área, a bola desviou em Bruno Fuchs e Ivan não segurou. Para a sorte do Brasil, o goleiro Arruabarrena repetiu o feito no minuto seguinte. Iago cruzou, Pedrinho cabeceou forte e o goleiro uruguaio parecia encaixar a bola, porém cometeu uma lambança e permitiu a bola atravessar a linha da meta.

Na volta do intervalo, as propostas dos times não foram muito diferentes. A superioridade técnica praticamente obrigava a imposição ofensiva da Seleção, no entanto, não colocava a qualidade do trio de ataque na prática. Por sua vez, o Uruguai apostava nos lançamentos longos e no contra-ataque. Completamente lançado ao ataque, o Brasil ficou exposto e a as chegadas do rival se tornaram mais perigosas. Aos 45, Rossi recebeu e quase desempatou o marcador. Os esforços dos brasileiros foram nulos e o placar permaneceu na igualdade.

 

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