JUDÔ

Brasil vai bem em teste pós-Rio 2016

A França teve três primeiros lugares (e cinco medalhas no total) e a Holanda teve dois (e somente mais um bronze).

Rhayann Vasconcelos, presidente da JSB RecifeRhayann Vasconcelos, presidente da JSB Recife - Foto: Divulgação

SÃO PAULO (Folhapress) - O judô nacional faturou 13 medalhas no Grand Slam de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, encerrado ontem. Foi o maior número de medalhas conquistadas entre os 34 países que participaram da competição - foi a primeira etapa de Grand Slam após os Jogos do Rio de Janeiro. O Brasil terminou em terceiro lugar no quadro geral devido ao número de ouros: apenas um. A França teve três primeiros lugares (e cinco medalhas no total) e a Holanda teve dois (e somente mais um bronze).
Assim como na Olimpíada, quando Rafaela Silva se tornou campeã, a maior conquista do País na competição veio da equipe feminina, com Maria Suelen Altheman (acima de 78 kg). Com um ippon, ela venceu a alemã Carolin Weiss na decisão da categoria.

 Luciano Corrêa (até 100kg) também chegou à final, ontem, mas foi derrotado na final, contra Elkhan Mammadov, do Azerbaijão, pelo número de punições (2 a 1).
Após estrearem em suas quartas-de-final com derrotas, David Moura (mais de 100kg) e Samanta Soares (até 78kg) conseguiram se recuperar na repescagem. Moura venceu o russo Soslan Bostanov, e Soares superou a francesa Madeleine Malonga para conquistarem o bronze.
Nos dois primeiros dias do Grand Slam, o Brasil conquistou três pratas. Eric Takabatake (até 60kg) perdeu do espanhol Francisco Garrigos e Victor Penalber (até 81kg) foi derrotado na final por Sergiu Toma, dos Emirados Árabes, medalhista de bronze no Rio.

 Já Maria Portela (até 70kg) perdeu na decisão para a francesa Marie Eve Gahie.
Os outros seis pódios brasileiros vieram com Charles Chibana (66kg), Nathália Brígida (48kg), Jéssica Pereira (52kg), Mariana Silva (63kg), Ketleyn Quadros (63kg) e Bárbara Timo (70kg), todos medalhistas de bronze.

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