Campeã olímpica de vôlei inspira garotada

“Motivar essas crianças foi o meu foco em João Pessoa. Nessa idade as meninas ainda não sabem se vão chegar ao esporte profissional, paira sempre uma duvida no ar.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the ShellA Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell - Foto: Divulgação

 

Campeã olímpica em Pequim-2008 e bronze nos Jogos de Atlanta-1996 e Sydney-2000, a ex-levantadora Fofão foi a embaixadora do vôlei nos Jogos Escolares da Juventude (12 a 14 anos), em João Pessoa 2016. Um dos ícones da modalidade no País, ela fez questão de prestigiar as partidas e incentivar os jovens atletas. Apesar de nunca ter participado de uma edição dos Escolares, Fofão iniciou sua trajetória vitoriosa no esporte através das aulas de educação física no colegial.
“Motivar essas crianças foi o meu foco em João Pessoa. Nessa idade as meninas ainda não sabem se vão chegar ao esporte profissional, paira sempre uma duvida no ar. Mas, se não atingirem o objetivo de continuar no esporte, elas terão esse momento para recordar. O vôlei dá disciplina, respeito, faz as pessoas serem mais organizadas. Isso com certeza elas já conquistaram”, disse a ex-atleta.

 Fofão disputou mais de 340 partidas pela seleção brasileira e desde maio de 2015, logo após a conquista do seu último título na Superliga, não mais entrou em quadra. Quando era atleta, aonde ia o marido a acompanhava. Na capital paraibana, eles inverteram os papéis.

 “O Joe Joe (forma carinhosa de chamar o marido João) me acompanhou em todos os Jogos. Agora sou eu que estou acompanhando ele no trabalho (ele deu suporte à área de transportes dos Escolares). Antes era eu que não tinha tempo pra nada, hoje é ele. Sai cedo de casa pra trabalhar e volta depois da meia-noite, quando eu já estou dormindo”, disse Fofão.
A função do Embaixador dos Jogos Escolares é levar o exemplo positivo da prática esportiva para os jovens participantes, através do contato direto, palestras e atividades educativas. Além de Fofão, outros nove atletas foram escalados como embaixadores do evento, a exemplo da pivô Dara, ex-capitã da seleção brasileira de handebol, e da judoca Sarah Menezes.

 

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