Carille mexe bem e Corinthians bate o Vitória, na Bahia

Após tropeço na abertura do Brasileirão, o time paulista se recuperou vencendo os rubro-negros por 1x0

Mudança do técnico Carille foi essencial na vitoria corintianaMudança do técnico Carille foi essencial na vitoria corintiana - Foto: Divulgação/Corinthians

Em partida de poucas oportunidades, neste domingo (21), na Arena Fonte Nova, na Bahia, prevaleceu a eficácia ofensiva do Corinthians. Depois de uma alteração ousada do treinador Fábio Carille, que retirou o volante Maycon e lançou o meia-atacante Marquinhos Gabriel, o time paulista arrancou para alcançar o triunfo por 1x0 em visita ao Vitória. O gol decisivo foi, mais uma vez, do centroavante Jô, que recebeu assistência precisa de Marquinhos e matou o confronto.

O Vitória, que iniciou o Brasileirão com o ex-jogador Petkovic no banco de reservas, ainda não melhorou sua criação. Diante da forte defesa do Corinthians, Cleiton Xavier não encontrou muitos espaços, enquanto os volantes pouco brilharam. Os melhores lances ocorreram pela movimentação de Paulinho, na direita, e David, à esquerda.

O Corinthians já era melhor em Salvador, mas faltava ímpeto para achar a vitória. Romero e Maycon tinham perdido boas oportunidades, e Carille apostou em Marquinhos Gabriel na vaga de Maycon, que estava abaixo da média. A audácia foi premiada logo depois, com o gol marcado por Jô em lance de Marquinhos com Jadson, aos 30 minutos do segundo tempo.

Depois de tropeçar na abertura do Campeonato Brasileiro dentro de casa, diante da Chapecoense, o Corinthians encontrou sua primeira vitória na Série A. Foi o segundo gol na competição, o segundo marcado pelo goleador Jô, o que deixa os corintianos em posição intermediária da tabela de classificação. Já o Vitória tem somente um ponto.

Veja também

Kevyn testa positivo para Covid-19 e desfalca Náutico
Futebol

Kevyn testa positivo para Covid-19 e desfalca Náutico

Casagrande critica omissão da CBF e Bolsonaro: 'Governo da morte, não da vida'
Opinião

Casagrande critica omissão da CBF e Bolsonaro: 'Governo da morte, não da vida'