Cartilhas são as mesmas, mas orientação de treinamento é diferente para cada atleta coral

Preparador físico, Carlos Gamarra, destacou as dificuldades da comissão técnica e do elenco em meio ao cenário de indefinição, contudo reforçou recomendações ao elenco

Carlos Gamarra, preparador físico do Santa Cruz Carlos Gamarra, preparador físico do Santa Cruz  - Foto: Divulgação

Com a suspensão de competições estaduais e nacionais devido à pandemia da Covid-19, não haverá surpresa caso os times voltem a campo como se fossem jogar aquela primeira partida da temporada, momento em que os jogadores ainda estão pegando o ritmo e aperfeiçoando o condicionamento físico. Em decorrência do cenário de indefinições e da ausência de expectativas, no Santa Cruz, por enquanto, uma das preocupações gira em torno da preparação dos atletas neste momento. De acordo com o preparador físico do elenco, Carlos Gamarra, é complicado realizar alterações nas prescrições contidas nas cartilhas de treino, porém as orientações foram readequadas à realidade e necessidade física de cada jogador

“Foram feitas algumas adequações nos treinamentos, de acordo com as possibilidades e de acordo com o que cada um tem. É muito difícil a gente prescrever para cada um treinamento diferenciado, mas a orientação é diferenciada. Não temos previsão de volta, por isso não tem como prever quanto tempo será necessário para se recondicionar novamente”, explicou Gamarra.

Leia também:
Clubes criam cartilhas para manter forma em dia na 'quarentena'
Santa vence o Decisão e se classifica em primeiro
Elenco coral recebe cartilhas com orientação de treino físico em casa para a 'quarentena'

O último treino do Santa Cruz foi no dia 13 de março, dois dias antes da partida ante o Decisão Bonito, no Arruda, pela oitava e penúltima rodada do Campeonato Pernambucano. São cerca de 21 dias sem ao menos visitar o vestiário para o regenerativo pós-jogo, muito menos o gramado do José do Rego Maciel para os trabalhos de movimentação com bola. Diante disso, o preparador coral reforçou o pedido para que os atletas minimizem os prejuízos da paralisação.

“Essa indefinição é prejudicial, porque não dá para a gente programar praticamente nada, também porque não sabemos quanto tempo teremos depois que voltar para o início das competições. Se terá 15 dias, se terá 20 dias ou nós vamos ter que nos recondicionar jogando. Então, são muitas perguntas ainda sem respostas. O que temos que fazer é cada um se doar um pouquinho, se esforçar um pouquinho naquilo que pode ser feito. A orientação para os atletas continua a mesma: se cuidem, fiquem em casa, treinem naquilo que for possível e tirem as dúvidas conosco”.

Veja também

Seleção feminina de rúgbi perde a segunda seguida nas Olimpíadas
Jogos Olímpicos

Seleção feminina de rúgbi perde a segunda seguida nas Olimpíadas

Mayra Aguiar leva o bronze no judô e faz história ao conquistar 3ª medalha em Olimpíadas
Jogos Olímpicos

Mayra Aguiar leva o bronze no judô e faz história ao conquistar 3ª medalha em Olimpíadas