Chefe de organizada do Boca é autorizado para ir a Madri

Segundo o jornal Clarín, o chefe da barra brava também responde por estimular dois homicídios dentro da própria torcida do Boca Juniors

Caldeirão de La BomboneraCaldeirão de La Bombonera - Foto: AFP

A Justiça da Argentina autorizou Rafael Di Zeo, chefe da barra brava do Boca Juniors La Doce, a viajar a Madri para acompanhar a final da Copa Libertadores, contra o River Plate, neste domingo (9). Segundo fontes judiciais informaram ao portal local Infobae, Di Zeo não tem autorização para entrar no estádio Santiago Bernabéu, onde será realizada a partida.

Ainda de acordo com o site, a Justiça não vê impedimentos legais para a saída dele do país, como uma tentativa de fuga do país. A autorização foi concedida pela juíza Sabrina Nemer, presidente do Tribunal Oral Federal 8, no qual Di Zeo responde uma acusação de ter ajudado na fuga de um outro torcedor, este acusado de um sequestro.

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Segundo o jornal Clarín, o chefe da barra brava também responde por estimular dois homicídios dentro da própria torcida do Boca Juniors.

Anteriormente, ele já havia entrado com pedido para que fosse autorizado a frequentar estádios de futebol no país, que foi negado pela Câmara Federal argentina. Por ser um dos 3,5 mil torcedores considerados violentos pela Justiça, ele não poderá ingressar no Santiago Bernabéu.

Por outro lado, ainda que esteja banido dos estádios, segundo o jornal Clarín, ele esteve no Camp Nou em agosto deste ano, quando o Boca Juniors perdeu por 3 a 0 para o Barcelona, na disputa do tradicional Troféu Joan Gamper.

Em outra ocasião, no último mês de outubro, o líder da barra viajou a Belo Horizonte, mas não pôde ingressar no Mineirão, onde o Boca Juniors eliminou o Cruzeiro, pelas quartas de final da Libertadores.

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