Circuito Mundial: brasileiros faturam prata e bronze

Foi o primeiro pódio no Circuito Mundial dos times, formados neste ano. O próximo desafio ocorre na República Tcheca

Evandro tenta bloquear ataque de Sorum durante a final na ChinaEvandro tenta bloquear ataque de Sorum durante a final na China - Foto: FIVB

O Brasil conquistou duas importantes medalhas no torneio masculino da etapa quatro estrelas de Jinjiang (China), na madrugada deste domingo (26). Evandro e Bruno Schmidt (RJ/DF) ficaram com a prata, enquanto André Stein e George (ES/PB) levaram o bronze. Foi o primeiro pódio no Circuito Mundial dos times, formados neste ano. O próximo desafio ocorre na etapa quatro estrelas de Ostrava (República Tcheca).

Evandro e Bruno Schmidt fizeram uma excelente campanha com cinco vitórias e uma derrota, que veio somente na final, ao serem superados pelos noruegueses Mol e Sorum por 2 sets a 1 (14/21, 21/17, 15/12), em 50 minutos. A prata rende mais 720 pontos no ranking e uma premiação de cerca de R$ 65 mil para a dupla brasileira, que lidera a corrida olímpica (veja os pontos abaixo). Evandro comemorou a medalha e destacou a evolução da parceria.

Já André Stein e George conquistaram o bronze ao vencerem os norte-americanos Bourne e Crabb por 2 sets a 0 (21/17, 21/10), em 33 minutos de duração. A campanha da dupla em Jinjiang contou com cinco vitórias e duas derrotas. Eles somam 640 pontos no ranking e recebem uma premiação de R$ 40 mil pelo bronze. André Stein analisou o resultado positivo e a importância para a confiança da dupla.

Outros dois times brasileiros disputaram a etapa de Jinjiang. Alison e Álvaro Filho (ES/PB) terminaram na nona colocação, e Pedro Solberg/Vitor Felipe ficou na 17ª posição.

Na corrida olímpica do Brasil, apenas os eventos de quatro e cinco estrelas do Circuito Mundial, além do Campeonato Mundial, contam pontos no ranking. Cada um com peso correspondente. Além disso, os times poderão descartar as piores participações no tour, contando os 10 melhores resultados obtidos. Só valem os pontos obtidos juntos, como dupla.

A corrida olímpica interna das duplas brasileiras acontece em paralelo à disputa da vaga do país, que segue as regras da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Cada nação pode ser representada por, no máximo, duas duplas em cada naipe.

Os países possuem quatro maneiras de garantir a vaga: vencendo o Campeonato Mundial 2019; sendo finalistas do Classificatório Olímpico, que será disputado na China, também em 2019; estando entre as 15 melhores duplas do ranking olímpico internacional; vencendo uma das edições da Continental Cup (América do Norte, América do Sul, África, Ásia e Europa). O Japão, sede, tem uma dupla em cada naipe já garantida.

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