NFL

Com casos em queda nos Estados Unidos, NFL encerra protocolo de restrições por Covid-19

Liga de futebol americano não terá mais regulamentação geral de uso de máscaras, testagem ou capacidade de público reduzida

 Troféu do Super Bowl Troféu do Super Bowl - Foto: Frederic J. Brown / AFP

Com o número de novos casos de Covid-19 em queda nos Estados Unidos desde a metade de janeiro, o esporte local tenta voltar cada vez mais à "vida normal". Na quinta-feira, a NFL, a liga de futebol americano, anunciou o encerramento de seu protocolo de segurança e saúde contra a disseminação da doença, em comum acordo entre dirigentes e jogadores. É a primeira grande competição do país a adotar essa medida.

Na prática, não há mais regulamentação quanto ao uso de máscaras, testagem preventiva ou, entre os torcedores, redução de capacidade nas arenas. As exceções se darão em cidades e estados cuja lei determinar algum procedimento específico nesse sentido. As novas regras valem independentemente do status de vacinação dos atletas e demais envolvidos.

"Continuaremos a priorizar a saúde e a segurança de jogadores, técnicos e funcionários, assim como priorizamos ao longo da pandemia", garante a liga, em comunicado. Os Estados Unidos chegaram a ter mais de 300 mil novos casos diários em janeiro, mas o número despencou até chegar à média atual, de pouco mais de 50 mil.

A organização pede apenas que as franquias mantenham o monitoramento dos sintomas em seus atletas e preparem espaços em suas sedes para abrigar aqueles que precisarem ficar isolados. Aqueles que reportarem sintomas e testarem positivo devem se isolar por cinco dias antes de retornar aos treinamentos.

Os protocolos de saúde contra a Covid-19 estiveram em vigor durante as temporadas 2020 e 2021 da liga. No caso mais marcante nesse período, o quarterback e estrela do Green Bay Packers, Aaron Rodgers, foi multado por violações ao protocolo ao contrair a doença após uma festa e ficar de fora de uma partida contra o Kansas City Chiefs, em novembro. O jogador havia dito que estava "imunizado", mas depois admitiu que não tomou a vacina contra a doença, submetendo-se a tratamentos alternativos.

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