Confederação de taekowondo na dívida com atleta medalhista

O acordo era de uma bonificação de R$ 12,5 mil caso ele subisse ao pódio olímpico pela categoria acima de 80kg.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the ShellA Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell - Foto: Divulgação

 Responsável por salvar a campanha do taekwondo brasileiro nos Jogos Rio 2016, o medalhista de bronze Maicon Siqueira ainda não recebeu da Confederação Brasileira da modalidade (CBTkd) a premiação combinada antes do início do evento. O acordo era de uma bonificação de R$ 12,5 mil caso ele subisse ao pódio olímpico pela categoria acima de 80kg. 

O objetivo foi conquistado, porém não há sinal do pagamento por parte da CBTkd, que atravessa um momento conturbado após a saída do ex-presidente Carlos Fernandes, afastado no final de agosto depois de ter sido envolvido na Operação Nemeus, na qual a Polícia Federal investiga desvios de recursos públicos cedidos a confederações esportivas.

Fora o atraso no pagamento, o atleta, que integra o programa Bolsa Atleta e recebe recurso ainda da Aeronáutica, por fazer parte do grupo de competidores que defende as forças armadas do País, reclamou ainda da falta de comunicação entre a CBTkd e os atletas.

 

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