Defesa de Edilson admite dívida e tenta liberá-lo em 24 h

Jogador foi preso na tarde da última terça-feira por ter deixado de pagar pensão alimentícia a um de seus filhos

Edilson Edilson  - Foto: Instagram/Reprodução

O ex-jogador de futebol Edilson, com passagens pelo Corinthians, Palmeiras e pela Seleção Brasileira, ainda não tem data para deixar a cela da Polinter (Polícia Interestadual), no bairro dos Barris, em Salvador. Ele foi preso na tarde da última terça-feira (15) por ter deixado de pagar pensão alimentícia a um de seus filhos. No entanto, o estafe do "Capetinha" trabalha com a possibilidade de sanar parte da dívida e trabalha com a ideia de que ele saia em até 24 h.

Edilson foi detido em função de um mandado expedido em maio pela 2ª Vara da Família, em Brasília (DF). A dívida do ex-jogador sobre pensão alimentícia chegou a R$ 430 mil no ano passado, quando ele também acabou preso por inadimplência. Na época, o ex-jogador saiu da cadeia após dez dias por ter quitado o equivalente a três meses do débito.

"Vou usar a mesma regra agora. Estou tentando revogar e fazer um ajustamento da dívida", explicou Eduardo, sobrinho do ex-jogador, que tem sido responsável pela administração da defesa. "O que aconteceu foi uma surpresa, na verdade. Ele estava contribuindo".

Esta é a terceira vez que o ex-jogador é preso pelo mesmo motivo. Ele foi detido anteriormente em 2014 e 2016, e desde então tem questionado o valor estipulado -dez salários mínimos por mês.

"Ele não tem mais a vida que tinha antes. A gente entrou com um pedido de revisão, mas ele também estava negociando diretamente com a mãe. Não sei a que ponto chegou a tratativa, mas ele foi pego de surpresa com a prisão", disse Eduardo.

Segundo a Polinter, Edilson está em uma cela com outros dois presos, todos detidos por inadimplência de pensão alimentícia. Um funcionário ouvido pela reportagem relatou que o ex-atleta esteve tranquilo e calado nas últimas horas.

A relação de Edilson com a Justiça também tem outro episódio marcante. Em 2015, o ex-jogador foi indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes, incluindo lavagem de dinheiro e tráfico de influência, por suposta fraude em pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal. Na época, ele negou envolvimento com o esquema.

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