Dirigente do Náutico explica escolha por paraguaios nos últimos anos

Timbu fechou recentemente com Britez; anteriormente, já havia anunciado nomes como Ortigoza, Jiménez e Paiva (ainda no elenco)

Junior BritezJunior Britez - Foto: Divulgação

Nesta semana, o Náutico anunciou a contratação do meia Júnior Britez, de 23 anos, que estava na Ponte Preta. Um reforço com certa pecularidade que tem se tornado comum no Timbu nos últimos anos. O jogador é paraguaio, assim como o atacante Guillermo Paiva, presente no elenco de 2020, e como outros dois atletas que passaram pela equipe alvirrubra nas temporadas anteriores, caso do volante Jiménez e do centroavante Ortigoza. Coincidência? O gerente de futebol do clube, Ítalo Rodrigues, explica a situação.

"Todo o trabalho de captação que nós passamos a investir quando o clube teve a queda à Série C tem a ver com isso. O mercado paraguaio é atrativo porque nos dá uma facilidade. Não tivemos praticamente custos nessas viagens graças ao interesse de um investidor. Isso faz com a que a gente traga mais paraguaios do que argentinos ou colombianos, por exemplo", afirmou.

Ainda de acordo com o dirigente, os jovens paraguaios também adquirem maturidade mais rápido por conta da utilização nos times principais desde cedo. "São atletas de um nível competitivo interessante. No Paraguai, qualquer jogo do profissional dever ter atletas da base. Jogadores com 18, 19 anos já estão tendo experiência na equipe de cima", apontou.

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