Em 14º, Lyoto Machida descarta mudar de categoria

Com 39 anos e tendo lutado apenas uma vez nos últimos 2 anos e meio, Lyoto não pensa em aposentadoria

Lyoto MachidaLyoto Machida - Foto: AFP

A situação de Lyoto Machida se complicou bastante no ranking dos pesos médios do UFC. O brasileiro, que em 2015 chegou a disputar o cinturão da categoria contra Chris Weidman, está agora na 14ª colocação após perder para Luke Rockhold, Yoel Romero e Derek Brunson, junto ao cumprimento de 18 meses de suspensão depois de ser flagrado no exame antidoping.

Apesar disso, o lutador, que conquistou o título do UFC pelo meio-pesados em 2009, descartou qualquer possibilidade de voltar para a categoria em questão. "Eu acredito muito que essa categoria é boa para mim, eu me sinto bem aqui e pretendo continuar", disse em conferência para jornalistas.

Mesmo com 39 anos e tendo lutado apenas uma vez nos últimos 2 anos e meio, Lyoto ainda não pensa em aposentadoria. "A idade é uma coisa que, lógico, é implacável, ela chega para todo mundo, mas enquanto estiver me sentindo bem, treinando bem com a galera mais nova, não tem motivo para pensar em parar."

No dia 3 de fevereiro, Lyoto terá a chance de se recuperar na organização ao encarar Eryk Anders. Para a luta, Lyoto terá a oportunidade de enfrentar o americano em Belém, terra onde o lutador nascido em Salvador foi criado.

Para o brasileiro, o barulho da torcida será essencial para ele se recuperar do nocaute sofrido contra Derek Brunson, em outubro do ano passado. "Preciso de ritmo, e o fato de ser um evento na minha cidade, não existia uma possibilidade melhor e ainda mais em Belém. É super importante estar em atividade e num lugar onde eu gostaria. Eu não pensei duas vezes, a melhor coisa para cobrir uma derrota é voltar e poder mostrar trabalhou."

Além da torcida, Lyoto sabe que depende de si para seguir sonhando com o título dos pesos médios. E para isso, ele promete que estará focado no combate. "Lógico que existe esse lado da pressão, eu sempre falo que eu o adversário existe, mas que que nosso pior adversário somos nós mesmos. Temos que controlar tudo para que possa sair o melhor show. Acho que vou encarar essa luta um pouco mais tranquilo. Vamos ganhando ritmo, e não só da luta como toda a programação do evento."

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