Em baixa, Teliana encerra o calendário da temporada

A tenista pernambucana anunciou o encerramento das atividades no ano de 2016

Hospital VeterinárioHospital Veterinário - Foto: Arthur Mota/Arquivo Folha

 

A temporada de 2016 desafiou ao máximo o emocional da pernambucana Teliana Pereira. À medida que os resultados não aconteciam, aumentava a pressão, diminuía a confiança. Depois dos dois WTAs conquistados em 2015, ela foi alçada a um novo patamar. Na condição de 43ª do mundo, iniciou 2016 com o desafio de manter a regularidade em eventos de elevado nível técnico, rodando o circuito mundial. Jogou em todos os pisos, enfrentou atletas do top 10, mas não conseguiu engrenar. Durante todo o ano, somou uma quantidade de vitórias que cabem em uma mão. Desde a eliminação no ITF de Biarritz, ainda em setembro, ela não competia. E, ontem, anunciou ter encerrado as atividades em 2016.

“Foi um ano difícil e de muito aprendizado. Joguei todos os grandes torneios e enfrentei grandes jogadoras. Joguei as Olimpíadas no meu País. Foi o ponto máximo. Ter enfrentado Serena, em Roland Garros, também foi inesquecível. Acho que nem nos meus maiores sonhos eu poderia imaginar,” analisou Teliana, que perdeu o posto de número 1 do Brasil recentemente. Como não conseguiu defender os pontos da campanha de 2015, ela perdeu posições e, atualmente, é a 201ª do mundo. A paulista Paula Gonçalves assumiu o posto de brasileira mais bem colocada na WTA, em 163º lugar.
Apesar dos contratempos, Teliana prefere enaltecer os aprendizados obtidos ao longo do ano, no qual participou de eventos expressivos. “Todo mundo acaba olhando só os resultados. Claro que não chegaram nem perto do que eu gostaria, mas tudo foi um aprendizado e isso me ajudará lá na frente”, disse ela, que tirou um mês de férias e na próxima semana volta aos treinos visando 2017. A meta está traçada, e é baseada em retornos. Primeiro, a retomada da motivação em quadra. Segundo, a volta ao top 100.

 

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