Em volta ao Náutico, Breno diz que quer ‘fazer história’

Zagueiro tão comentou sobre reestreia pelo Timbu e comparou atual elenco com o de 2017

Breno em ação no Clássico dos ClássicosBreno em ação no Clássico dos Clássicos - Foto: Anderson Stevens/Folha de Pernambuco

No dia 16 de novembro do ano passado, o zagueiro Breno Calixto postou uma mensagem em uma rede social se despedindo do Náutico. Contratado em junho, o atleta rapidamente ganhou o carinho da torcida. Mesmo com o rebaixamento à Série C, o jogador terminou a temporada em alta. A despedida, porém, durou menos dois meses. De volta ao clube, sua reestreia foi em um Clássico dos Clássicos, contra o Sport, pelo Campeonato Pernambucano. Um retorno marcado com uma goleada em 3x0. Projetando seu futuro no clube, o zagueiro quer ‘deixar uma história’ no Timbu com títulos.

Retorno ao Náutico

Estava curtindo minhas férias. Meu filho está com um ano e seis meses e aproveitei bastante ficando com ele. Eu tinha rescindido contrato com o Náutico. Fiquei esperando algumas situações principalmente do exterior, mas nada andou. Não quis mais esperar. Voltei porque considero o clube minha segunda casa pela identificação que tenho. Quero deixar o Náutico onde peguei e, claro, ganhar títulos.

“Missão”

Eu tenho essa missão particular de colocar o time na Série B, mas ela só começa no meio do ano. Estou pensando no Pernambucano primeiro. Ganhando um titulo chegaríamos mais fortes na Série B. O pensamento é Pernambucano e Copa do Nordeste. Quero deixar uma história no clube. A torcida tem carinho grande por mim, mas é por conta do que eu faço em campo. Mas minha historia não é tão boa por conta do rebaixamento. Quero títulos. Se der, pode ser um, dois ou três. Vamos tentar.

Grupo de 2017 x grupo de 2018

Não tem nenhuma diferença quanto uma união de grupo. Tivemos um problema no final com alguns jogadores, mas eu tinha total liberdade com todos. Ano passado acho que a equipe tinha um pouco mais de qualidade, mas acredito que esse time de agora é mais brigador, de raça. Série C é mais combate, jogo duro. Se não dá na qualidade, vai na raça.

Oba-oba pós-goleada no clássico?

Roberto é um cara inteligente e priva a gente disso (oba-oba). Ele havia dito que o jogo mais importante sempre seria o próximo. Não tem isso de “oba-oba”. A vitória no clássico deu uma confiança maior, mas não ganhamos nada ainda. Ficamos felizes porque essa semana teve muita pressão em cima da gente. Roberto cobrou muito, mas a gente sabe que ele quer o nosso bem.

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