Falta de ritmo, dificuldades e máximo empenho no Santa Cruz

Assim como nos últimos jogos, o meia Didira deve ser o armador da equipe neste domingo contra o Náutico, no Arruda, em partida que vale a classificação antecipada à semifinal do Estadual

Comemoração do gol coralComemoração do gol coral - Foto: Léo Malafaia/Folha de Pernambuco

Quatro dias do último compromisso, o Santa Cruz volta a campo neste domingo para encarar o primeiro Clássico das Emoções do ano, diante do Náutico, no Arruda. Mesmo forçadamente habituado com o calendário apertado, em meio à disputa de três competições, o Tricolor, naturalmente, continua enfrentando problemas de desgaste, com alguns atletas, inclusive, sob a necessidade de serem poupados do confronto em instantes, às 16h. O meia Didira, uma das peças importantes do elenco, falou sobre o desgaste, reconheceu a falta a falta de ritmo, mas garantiu o máximo de empenho para atingir os 100%.

“A preparação física está excelente. Não é fácil jogar na terça, um jogo na quinta, outro no domingo, os 90 minutos. Mas rítmo de jogo ainda falta um pouco, na hora em que eu carrego a bolsa, às vezes, não estou tendo a passada correta, mas aos poucos estou tentando aprimorar, para entrar nos jogos bem e fazer o que eu sei fazer, que é ter a qualidade quando estou com a bola nos pés”, garantiu.

Sem Pipico, Fabiano e Célio Santos, o Santa Cruz deve ir ao jogo com o time um pouco diferente, inclusive, possivelmente com um estreante à vista. O recém-chegado Chiquinho, regularizado na última sexta-feira, é o mais cotado para assumir a lateral esquerda, já que Fabiano se recupera de uma entorse no tornozelo direito. No ataque, Victor Rangel deve assumir a linha de frente ladeado por Mayco Félix e Patrick.

O meio deve se manter intacto, com Didira funcionando um pouco mais próximo do trio ofensivo. Depois de ter desencantado, ao marcar dois dos três gols contra o Freipaulistano, pela Copa do Nordeste, o meio-campista citou as dificuldades enfrentadas e o processo para alcançar o ritmo dos companheiros em campo

“O tempo que passei parado não é fácil, como (Victor) Rangel também passou um tempo sem jogar, e isso se torna ainda mais difícil para nós. O grupo já estava treinando, já vinha em um ritmo muito bom... está mais acima que a gente, então, aos poucos eu vou entrando no ritmo e graças a Deus eu estou fazendo o máximo para que eu possa chegar o mais rápido possível”, concluiu.

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