Giva vê Timbu como vitrine para voos mais altos na carreira

Atacante lembrou seu primeiro jogo contra o Timbu, quando ainda defendia o Santos

Atacante pode ser mais um a deixar o NáuticoAtacante pode ser mais um a deixar o Náutico - Foto: Léo Lemos/Divulgação/Náutico

A relação atleta-clube tem quase sempre objetivos idênticos. Para a instituição, os frutos são os títulos. Para o jogador, vale a possibilidade de um contrato melhor, seja na mesma equipe ou em outra de maior expressão. Além disso, há as metas pessoais, envolvendo prêmios qe possam aumentar a fama. Esse é provavelmente o efeito esperado na parceria entre Náutico e Giva. Apresentado nesta quarta (18), o atacante não escondeu que trata o Timbu como uma vitrine para voos mais altos. E o clube, ao investir em um jovem com potencial, espera aproveitar essa energia para sair do jejum sem troféus.

“O Náutico é um clube de boa visibilidade, que está sempre brigando lá em cima. Aqui foi um bom lugar que encontrei para dar uma levantada na carreira”, afirmou o atacante, lembrando o período em que foi comparado com outra joia santista, Neymar “Foi uma sensação boa porque ele é um dos melhores do mundo. Não acho que isso me prejudicou na carreira. Mas eu tive algumas lesões e não consegui ter uma sequência. Agora quero recuperar o tempo que passou e começar tudo do zero”, completou.

Formado nas categorias de base do Vitória, Giva chegou cedo ao Santos, com 19 anos. No Peixe, ele foi campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2013. Foi nesta competição, inclusive, que o atleta teve o primeiro encontro com o seu atual clube.

“Falhei no primeiro gol (do Náutico) e, no intervalo, recebi um puxão de orelha do meu técnico. Peguei a responsabilidade e fiz dois gols, ajudando meu time a vencer (por 5x1)” revelou, contando o que mudou desde então. “Agora eu sou mais experiente. Além de melhorar em campo, procurei me adequar ao grupo de trabalho. Estou melhor de cabeça”, pontuou. O atacante ainda passou por Coritiba, Ponte Preta, Joinville, Água Santa/SP e Llagostera, da Espanha.

Treinando desde o início da temporada, o atleta se colocou à disposição para atuar em qualquer função no ataque. De quebra, ainda revelou que, antes de assinar com o Náutico, teve uma conversa com um amigo e ex-jogador alvirrubro.

“Procuro treinar nas duas posições, tanto aberto como centralizado. Darei meu máximo e vou jogar onde o Dado optar. Antes de chegar aqui, falei com Stefano Yuri e ele me deu boas referências. Sei que a cobrança sempre vai existir, mas estou preparado”, frisou.

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