Náutico

Hélio dos Anjos avalia que time deve evoluir mais para não ser rebaixado

Técnico alvirrubro põe equilíbrio entre setores e intensidade como dois pilares para o Timbu focar na reta final

Hélio dos Anjos, técnico do NáuticoHélio dos Anjos, técnico do Náutico - Foto: Caio Falcão / CNC

No discurso e na prática, Hélio dos Anjos prioriza a implementação de um estilo de jogo intenso e produtivo no Náutico. Ultimamente, a mentalidade rendeu bons frutos nos Aflitos, com a mudança de postura que agride o adversário e que quebrou sequência negativa de oito jogos sem vitória diante do Guarani, na terça-feira, quando diminuiu os espaços do rival e poderia ter ampliado o marcador em várias oportunidades.

Segundo o treinador alvirrubro, a taxa de intensidade está em processo de evolução satisfatória, com o ápice atingido contra o Juventude, em que a atuação do Timbu também agradou. 

“A gente tem o departamento de fisiologia que me dá todos os dados e informações para eu saber se o time atingiu a intensidade que eu quero. Nos últimos jogos fizemos uma média e no jogo contra o Juventude e nesse jogo melhoramos em 26% a nossa média de intensidade em relação aos quatro anteriores. Isso foi colocado para o nosso grupo e tem que ser essa busca por intensidade de produção. Baseado no feeling, na experiência que a gente tem, eu posso dizer que a intensidade atingiu uma condição muito positiva”, apontou.

Mesmo com o resultado positivo, o Náutico permaneceu na 17ª posição, quatro pontos atrás do Cruzeiro, primeiro time fora do Z4. A diferença ainda pode aumentar, caso os celestes se saiam melhor no clássico estadual com o América Mineiro. De qualquer forma, Hélio dos Anjos pretende fazer a parte dele, e para isso, acredita que o grupo deve alcançar um estágio de estabilidade em todos os setores. 

“Transição defensiva boa, transição ofensiva melhor ainda. Isso a gente tem como melhorar sim. Não vou dizer que chegamos ao patamar que quero. Agora o que nós temos é que ninguém levou nada. Foi um jogo de reinício de campeonato. Não estou satisfeito. Acho que temos que atingir um certo nível de equilíbrio e sonhar com a saída dessa posição incômoda”, avaliou.

Veja também

Covid-19 força alteração no formato da Liga das Nações
Vôlei

Covid-19 força alteração no formato da Liga das Nações

Pior visitante da Série A, Sport pode ter Ilha como trunfo na luta contra a queda
Sport

Pior visitante da Série A, Sport pode ter Ilha como trunfo na luta contra a queda