Inexperiência ofensiva tem pesado no Timbu

Alvirrubros alertam para a necessidade de ter cautela com os atacantes da base

Jefferson Nem estreou bem, mas depois caiu de rendimentoJefferson Nem estreou bem, mas depois caiu de rendimento - Foto: Flávio Japa/Arquivo Folha

O Náutico tem dois atacantes formados nas categorias de base do clube como responsáveis por balançar as redes: Jefferson Nem e Erick. A dupla leva vantagem dos demais companheiros por conta da velocidade e habilidade, mas, em contraponto, tem um problema que anda atrapalhando o desempenho ofensivo do clube nesta temporada.

“Temos um ataque jovem e, nesses momentos de dificuldade, tem pesado um pouco (inexperiência), sacrificando o lado psicológico na hora de ter a tranquilidade de botar a bola para dentro”, alertou o meia Marco Antônio.

“Para lançar um garoto, é preciso cautela. Time grande, com história, tem cobrança. Mas cabe ao treinador decidir se deve colocar mais rodagem ou garotada. Quem entrar, precisa saber que tem que fazer o que é pedido, com tranquilidade. Estão todos no mesmo barco. A corda estoura para o técnico, mas a responsabilidade é de todos”, completou.

O meia também avaliou as chances de classificação do Náutico na Copa do Nordeste. Após a derrota por 2x0 para o Campinense, o Timbu estacionou na terceira posição, com três pontos, quatro a menos que a Raposa e o Santa Cruz, líder do Grupo A.

“Temos que ganhar os jogos para mudar a situação e se classificar. O objetivo principal, agora, é esse, independente da posição. Temos que passar de fase para ganhar corpo e confiança. Não é uma situação complicada. Ainda depende das nossas forças. Para terminar em primeiro é complicado, mas podemos ser um dos melhores segundos colocados. Não é confortável, mas enquanto tivermos chances, devemos seguir trabalhando”, pontuou.

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