Jefferson enxerga evolução do Náutico em meio às dificuldades

Goleiro reconhece que equipe vivia momento negativo antes da paralisação

Jefferson, goleiro do NáuticoJefferson, goleiro do Náutico - Foto: Léo Lemos/Náutico

Em plena expansão da Covid-19 em Pernambuco e no Brasil, o futebol deixou de ser prioridade há mais de um mês, quando as competições estaduais, regionais e nacionais foram suspensas. Enquanto alguns clubes lamentaram a paralisação por viverem boa fase, outros acharam a pausa conveniente. A derrota pesada por 3x0 para o Fortaleza, nos Aflitos, aumentou a impaciência da torcida do Náutico com o técnico Gilmar Dal Pozzo e o rendimento de algumas peças do elenco. O goleiro Jefferson comentou o que a quarentena oferece para o time voltar melhor.

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Náutico estende contrato com Jean Carlos até 2022  “A gente sabe que tá devendo um melhor futebol, mas nesse período que estávamos em atividade não paramos de treinar, de analisar os adversários. Acho que um ponto positivo é a unidade do grupo. Esse grupo já mostrou várias vezes, em meia às dificuldades, nós crescemos, a gente se une mais ainda. Porque como eu frises algumas entrevistas atrás, as equipes que vem jogar contra nós nos Aflitos se fecham um pouco mais, a gente tem que propor jogo. Então a gente conversa, sabe que cada um tem que melhorar, em que eu tenho que melhorar e cada um dos meus companheiros pra que a gente possa retornar forte e fazer um grande ano”, disse.

Jefferson ainda revelou que os jogadores mantém contato diariamente via aplicativo de mensagens “Estamos mantendo sim contato com nossos companheiros. A gente tem um grupo (no Whatsapp) que a gente conversa todos os dias e troca ideias. O clube também fez um grupo para informações, passar como tá o avanço do vírus, os cuidados que devemos tomar. Um grupo feito com os funcionários, diretoria, os médicos e então a gente tá bem amparado em relação a isso. Os companheiros são a nossa segunda família. A gente convive muito tempo com eles, às vezes mais tempo do que propriamente com a nossa família, então são considerados familiares”, contou.

Sem atividades no clube, o arqueiro deixou de conviver com os colegas de time e tem a oportunidade para ficar mais ao lado da família, “Tem sido maravilhoso, porque a gente passa tanto tempo longe, viajando. Chega a ser um pouco estressante também porque ainda mais quem tem filho criança, que é muito ativo, quer brincar, ir no parque... infelizmente a gente não pode, tem que se virar como pode dentro de casa pra poder brincar, enfim. Tá sendo muito bom, proveitoso ver o crescimento e aprender. E a preocupação com os familiares sempre em contato, pedindo pra ficar em casa e tomem os devidos cuidados”, ressaltou.

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