Joanna feliz com novas experiências

Especialista nos quatro estilos do medley, pernambucana compete em provas diferentes no Brasileiro e no Opem

Carreata de Jair Bolsonaro deixa trânsito lento na Avenida Boa Viagem, no Recife Carreata de Jair Bolsonaro deixa trânsito lento na Avenida Boa Viagem, no Recife  - Foto: Divulgação / CTTU

No Brasil, nado medley é sinônimo de Joanna Maranhão. A dama dos quatro estilos é uma referência para quem almeja disputar as provas mais completas da natação, com títulos e recordes nos 200 metros e 400 metros medley - a segun­da prova, inclu­sive, foi responsável por alavancar a carreira dela, após o quinto lugar nos Jogos Olímpicos de Atenas-2004. No Brasileiro Sênior e no Open -Troféu Daltely Guimarães, que estão sen­do disputados simultanea­mente na cidade de Palhoça, em Santa Catarina, contudo, Joanna, que representa o E.C. Pinheiros, de São Paulo, está fazendo uma competição diferente.

As suas provas características saíram de cena, dando lu­­gar a algumas novidades, co­mo os 100 metros borboleta e os 200 metros livre, provas nas quais ela faturou prata (1min01s21) e bronze (1min01s 72), respectivamente, ontem, pelo Brasileiro Sênior. À tarde, no Open, ela na­dou apenas os 100 metros bor­boleta, repetindo a segunda posição, porém com um tempo mais baixo (1min00s49). 

“Como já tinha passado Olimpíadas, Finkel e as demais competições da temporada, fiz essa proposta ao meu treinador para desopilar um pouco, buscar novas experiências. O Pinheiros tem uma equipe muito forte, então não depende tanto de pontos para ganhar (o clube lidera com folga a disputa por equipes). E, querendo ou não, tudo é treino para o medley”, contou ela, dizendo-se satisfeita com a experiência. “São sensações diferentes. Eu faço força, mas é um cansaço diferente das minhas provas corriqueiras, como se eu estivesse aprendendo a tirar meus 100% nesses eventos.”

 Apesar de satisfeita com o resultado da experiência, Joanna adiantou que esta programação é exclusiva para o Brasileiro e o Open. “A única prova que considero seriamente para investir é os 800 metros livre, pois gosto muito de como me apresento nela. Nas mais curtas, tenho dificuldade em acelerar”, explicou ela, que, antes das conquistas de ontem, havia sido campeã nos 800 metros livre, na quarta-feira. 

Pernambucanos

Depois de bater na trave com o quarto lugar nos 50 me­­tros borboleta, Clarissa Rodrigues (Sesi/SP) garantiu o bronze, ontem, nos 100 metros do mesmo estilo. Ela fez o terceiro melhor tempo pela manhã (1min01s64), mas não foi ao pódio por causa da idade, já que o Brasileiro é da categoria Sênior e ela ainda é Júnior, e repetiu a colocação à tarde, no Open (1min00s84), dessa vez garantindo o bronze.

Entre os homens, Leonardo Guedes, que compete pelo Pi­nheiros/SP, foi o quinto melhor dos 100 metros costas no Brasileiro, com 56s45, mas caiu de rendimento no Open e terminou em sexto, com 56s69. Nos 200 metros livre, Diogo Halla, do Sport Recife, foi 13º, com 1min54s78. Os per­nambucanos voltam à piscina hoje, com destaque para Etiene Medeiros (Se­si/SP), favorita ao ouro nos 50 metros costas, prova na qual foi campeã no Mundial de Piscina Cur­ta de 2014 e vice no Mundial de Piscina Longa de 2015. A versão masculina dessa prova terá Leonardo e Diogo, que nadará ainda os 100 metros livre. Clarissa, por sua vez, competirá os 200 metros medley.

 

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