Liga das Nações: sem aperto, Brasil atropela a Bulgária

Seleção venceu em três sets diretos, nesta quinta (30), no encerramento da segunda semana da Fase Classificatória

Lance de Brasil x Bulgária, pela Liga das Nações 2019Lance de Brasil x Bulgária, pela Liga das Nações 2019 - Foto: Divulgação/FIVB

Após duas partidas complicadas em Apeldoorn, na Holanda, onde disputa a segunda semana da Fase Classificatória da Liga das Nações, a seleção brasileira feminina de vôlei teve, enfim, uma atuação mais tranquila. O grupo, que venceu a Holanda por 3x2 e perdeu da Polônia também por 3x2, derrotou a Bulgária, na tarde desta quinta-feira (30), em três sets diretos – parciais de 25/18, 25/23 e 25/18.

Com o resultado, o Brasil somou três pontos e foi a 12, aparecendo na zona de classificação à Fase Final, que terá as cinco equipes melhor campanha na Fase Classificatória e a China, por ser o país-sede. Na próxima semana, a seleção estará no Grupo 10, com sede em Lincoln, nos Estados Unidos, onde enfrentará a Alemanha, na terça-feira (4), a Coreia do Sul, na quarta (5), e as anfitriãs, na quinta (6).

O técnico José Roberto Guimarães manteve o time que vem usando como titular, com Macris, Paula Borgo, Bia, Mara, Amanda, Gabi e Leia. Entre os sets, usou Tainara, Roberta e Julia Bergmann, dessa vez utilizada na saída de rede durante inversão de 5x1. Na partida desta quinta, as brasileiras não foram tão exigidas no passe como contra Holanda e Polônia, equipes de saques mais potentes do que as búlgaras. Com a linha de recepção trabalhando melhor, a levantadora Macris teve mais facilidade para distribuir a bola, utilizando bastante as centrais Bia e Mara e também a oposta Paula Borgo. Para se ter uma ideia da boa atuação do ataque nacional, a equipe marcou 47 pontos em três sets nesta quinta. No dia anterior, em cinco sets contra a Polônia, foram 43.

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As búlgaras, por sua vez, não foram bem nas viradas de bola e contra-ataques no primeiro set. Com apenas oito pontos marcados em ataques, as adversárias não deram trabalho e foram superadas por 25/18. A parcial seguinte, por sua vez, foi mais equilibrada, muito por conta da melhora delas nas viradas de bola – marcaram o dobro de pontos do primeiro set. Ainda assim, sobressaiu a técnica mais apurada das brasileiras, que souberam administrar o placar mesmo quando ameaçadas na reta final do set e fecharam em 25/23. Nesta parcial, destaque para o primeiro ponto de ataque marcado pela jovem Julia Bergmann, de apenas 18 anos, com a camisa da seleção principal. Ela, que já havia entrado em outras partidas desta Liga das Nações, ainda não tinha conseguido colocar uma bola no chão.

Depois do aperto no final do segundo set, a seleção entrou ligada na terceira parcial e, contando com o excesso de erros das adversárias, abriu 5/1 e esticou para 16/9. O desenrolar tranquilo da partida deixou a equipe solta em quadra. Sem sustos, as brasileiras fecharam o set em 25/18 e a partida em 3 sets a 0 em pouco mais de uma hora de confronto.

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