Futebol

Louzer elogia Betinho e lamenta “distância” entre setores em derrota

Para o treinador, o espaçamento entre defesa, meio e ataque prejudicou o Leão no tropeço por 2x1 para o Corinthians

Jô comemora gol contra o SportJô comemora gol contra o Sport - Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

A derrota para o Corinthians, por 2x1, em Itaquera, pela Série A do Campeonato Brasileiro, trouxe dois pontos de reflexão ao técnico do Sport, Umberto Louzer. O primeiro, negativo, quanto a falta de aproximação entre os setores, prejudicando na transição da equipe. O outro, positivo, sobre o retorno de um atleta que teve boa atuação, podendo ter uma sequência maior no Leão.

“Jogamos de uma maneira distante. Faltou andar mais à frente, abordar o portador da bola com agressividade, tirando o jogo apoiado do adversário. Demoramos a encurtar os espaços. Isso foi um facilitador para eles. Foi um retrocesso quanto ao que apresentamos em outros jogos. Mesmo os em que não conseguimos os resultados, como Fortaleza e Atlético/MG”, lamentou o treinador.

Contra o Corinthians, o Sport teve a volta do meia Betinho, que fez seu primeiro jogo na Série A. O atleta entrou na vaga de Thiago Lopes, ainda no primeiro tempo, e participou bem das jogadas ofensivas, quase marcando em um chute de fora da área e começando o lance que culminou no gol de Trellez.

“Ele entrou bem, nos ajudando na construção da defesa ao ataque. Tem o poder de finalização de média distância, com jogo apoiado e de bola longa. Ele vinha se recondicionando para ter uma dinâmica melhor. Quando Thiago sentiu o desconforto muscular, tínhamos a certeza que ele ia suprir a ausência. É um atleta que conhece a casa e vamos reavaliá-lo, até porque ele teve um trauma no tornozelo. Esperamos que não seja algo grave”, apontou.

No segundo tempo, Louzer optou por mudar o esquema tático, sacando Maidana para a entrada de Thiago Neves. Seria o fim do modelo com três zagueiros, pensando já no próximo jogo do Brasileirão, contra o Cuiabá, domingo (27), na Ilha do Retiro? O treinador explica.

“A questão foi tática, para ter uma construção maior, se aproximando mais do André. A ideia era ter uma combinação para gerar um desequilíbrio ao sistema defensivo do Corinthians. O campeonato é longo e você não pode ter somente uma maneira de jogar. Atuar com três zagueiros é uma variação tática, assim como o 4-3-3 ou o 4-2-4”, argumentou.

 

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