Santa Cruz

Madson reconhece momento difícil e pressão da torcida: "Se cobram, é porque posso dar mais"

Atacante tricolor admite incômodo pela falta de gols, mas confia no trabalho para acabar com o jejum: "vai sair na hora certa"

Madson, atacante do Santa CruzMadson, atacante do Santa Cruz - Foto: Rafael Melo/Santa Cruz FC

O atacante Madson concedeu entrevista coletiva, na tarde desta terça-feira (20) e destacou o incômodo que vem sentindo pela falta de gols na temporada. Jogando a maioria das partidas como ponta, Madson fez nove partidas e não marcou gols na atual temporada no Santa Cruz. O atacante tricolor também comentou sobre os primeiros contatos com o novo treinador Alexandre Gallo, além de reconhecer a pressão da torcida por resultados. 

Apesar de não ter característica goleadora, Madson sabe que estando mais perto do gol, ganha mais chances de marcar. Nos nove jogos da atual temporada, Madson ainda não marcou com a camisa tricolor. Em 2020, não marcou gols, nos 16 jogos por Corinthians, Fortaleza e Oeste. A última temporada de Madson com gols foi a de 2019, quando marcou oito gols em 48 jogos, por Coimbra-MG, Atlético Goianiense e Corinthians. 

"Claro que isso incomoda. Todo jogo que vem é uma oportunidade para o atacante. Meu pai sempre fala que atacante vive de gol. Como eu jogo na beirada do campo, é mais raro fazer gol, mas tenho que estar sempre próximo do gol para dar certo e seguir trabalhando, porque vai sair na hora certa", afirmou.

O jovem atacante de 21 anos reconheceu o momento complicado do clube na temporada e vê razão na cobrança da torcida. No entanto, sabe que para superar isso, precisa seguir trabalhando. 

"Todo trabalho tem cobrança, não é só no futebol. A gente tem que estar preparado para isso. Se eles cobram, é porque eu posso dar mais. Eles sabem que eu posso retribuir da forma que eles pensam. A gente tem que trabalhar e manter o foco e a cabeça erguida, que vai dar tudo certo", afirmou.

O atacante também falou sobre a resposta do elenco após a derrota para o Náutico, por 2 a 1, no Clássico das Emoções do último domingo (18). Para ele, a união do elenco e a confiança nas ideias do treinador, são fatores fundamentais para a recuperação. 

"A gente tem que saber dividir os erros e os acertos, valorizando os erros, que fazem a gente evoluir. O papo com o Gallo foi muito bom, a gente acredita no trabalho e vamos todos juntos. Perdemos um jogo, que não é qualquer jogo, é um clássico, mas quando tá difícil assim, eu creio que tem muita coisa boa na frente para acontecer. Vamos manter o foco e acreditar até o fim. Creio muito no time. Temos que nos manter firmes e tem que ser todo mundo junto, ganhando ou perdendo", concluiu.

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