Maracanã perto de ter um novo dono

O Rio atravessa uma das maiores crises econômicas da sua história

Ônibus climatizado Ônibus climatizado  - Foto: Cortesia/Frente de Luta pelo Transporte Públi

 

O governo do Estado do Rio pretende definir até a próxima semana o novo gestor do Maracanã. A Secretaria da Casa Civil já recebeu toda a documentação dos dois interessados no estádio. Duas empresas francesas (Lagardère e GL Eventos) fizeram proposta para comprar a parte da Odebrecht no Consórcio Maracanã, que administra a arena. O consórcio é formado pela empreiteira baiana (95%) e pela AEG (5%). Investigada pela Lava Jato, a Odebrecht alega um prejuízo acumulado de R$ 173 milhões na operação.

A intenção do governo em apresentar o novo administrador serviria para amenizar as críticas com relação ao abandono do Maracanã. Em outubro de 2016, os administradores do estádio fizeram um pedido de arbitragem na FGV (Fundação Getúlio Vargas) para devolver a arena ao governo do Estado, que gastou cerca de R$ 1,2 bilhão em reformas.

Abandonado pela Odebrecht, o gramado do local está praticamente destruído. Peças históricas foram furtadas, como o busto do jornalista Mário Filho, que dá nome ao estádio, que também está sem luz por causa da falta de manutenção dos equipamentos de energia. A Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro) está intermediando parte da negociação. A entidade poderia organizar os primeiros jogos no estádio neste ano. O Estadual do Rio terá início para os grandes clubes da cidade no dia 25 de janeiro. O governo não quer receber o estádio. O Rio atravessa uma das maiores crises econômicas da sua história.

 

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